Polícia solicita apreensão de passaporte de adolescente investigado pela morte do cão Orelha

Pedido foi encaminhado à Justiça e comunicado à Polícia Federal para impedir que o jovem deixe o país
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A Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) solicitou à Justiça a apreensão do passaporte do adolescente investigado pela morte do cão comunitário Orelha, caso ocorrido na Praia Brava, em Florianópolis.

O pedido também foi comunicado à Polícia Federal e tem como objetivo impedir que o jovem deixe o país enquanto o processo segue em andamento. O Ministério Público do estado manifestou-se favorável à medida.

O inquérito foi concluído na última semana e aponta o adolescente como responsável por ato infracional análogo a maus-tratos.

A investigação também pediu a internação provisória do jovem. De acordo com a PCSC, a apuração reuniu laudos periciais, depoimentos e análise de imagens de câmeras de segurança para sustentar o indiciamento.

Em nota oficial, a corporação afirmou que “a instituição tem atuado de forma constante para que a denúncia dos envolvidos possa prosseguir para a Justiça junto com as demais provas já obtidas nas investigações da morte do Cão Orelha”.

A polícia também declarou que cumprirá eventuais novas solicitações feitas pelo Ministério Público.

Segundo a delegada responsável pelo caso, o trabalho investigativo incluiu cruzamento de informações e análise de contradições nos depoimentos.  A Polícia Civil reforçou ainda que seguirá colaborando com as autoridades judiciais.

“A Polícia Civil de Santa Catarina informa que, assim que receber os pedidos de diligências por parte do MPSC, irá cumprir todos com celeridade para que a denúncia dos envolvidos possa prosseguir para a Justiça junto com a demais provas já obtidas nas investigações da morte do Cão Orelha e dos maus tratos ao Cão Caramelo”, afirma em nota.

O nome do adolescente não foi divulgado, conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

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