PGR pediu medidas contra servidores suspeitos de acessar dados de ministros do STF

Os pedidos foram apresentados em articulação com a Polícia Federal (PF) no âmbito do chamado inquérito das fake news
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A Procuradoria-Geral da República (PGR) foi responsável por solicitar as medidas cautelares contra quatro servidores públicos investigados por suposto acesso irregular a informações de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e de seus familiares.

Os pedidos foram apresentados em articulação com a Polícia Federal (PF) no âmbito do chamado inquérito das fake news.

Representação foi enviada ao STF

Segundo apuração, a PGR protocolou representação solicitando autorização do ministro Alexandre de Moraes para a adoção de medidas contra os investigados.

O inquérito, relatado por Moraes, tramita sob sigilo no Supremo há vários anos.

Moraes determinou afastamento e restrições

Na decisão, o ministro impôs uma série de medidas cautelares aos quatro servidores. Entre elas:

  • afastamento das funções públicas;
  • cancelamento dos passaportes;
  • proibição de deixar o Brasil;
  • uso obrigatório de tornozeleira eletrônica.

As medidas buscam impedir interferências nas investigações e preservar a coleta de provas.

Quebra de sigilo também foi autorizada

O ministro do STF também determinou a quebra de sigilos dos investigados. O objetivo é verificar se houve pagamento para que os servidores acessassem dados protegidos e identificar possíveis beneficiários das consultas.

Investigação segue sob sigilo

As apurações continuam em andamento e correm em segredo de Justiça. Novos desdobramentos dependem da análise do material apreendido pela Polícia Federal.

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