Caso Daiane: celular da corretora, peça-chave nas investigações, é encontrado

O aparelho foi localizado no decorrer das investigações e agora passa por análise técnica especializada
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A Polícia Civil de Goiás (PCGO) submeteu a perícia o celular da corretora Daiane Alves Souza, de 43 anos, vítima de homicídio em Caldas Novas, no sul do estado. O aparelho foi localizado no decorrer das investigações e agora passa por análise técnica especializada.

Segundo a corporação, o material pode trazer informações relevantes para o esclarecimento completo do caso.

Daiane estava desaparecida desde 17 de dezembro

A corretora foi vista pela última vez na noite de 17 de dezembro, após descer ao subsolo do prédio onde residia para averiguar um problema relacionado ao fornecimento de energia elétrica. Desde então, não houve mais contato com familiares ou amigos.

Após mais de 40 dias de buscas, o corpo de Daiane foi localizado em uma área de mata do município.

Celular foi localizado em área técnica do condomínio

Durante diligências realizadas no condomínio onde a vítima morava, os investigadores encontraram o telefone em uma tubulação da garagem. Desde o desaparecimento, o aparelho não havia emitido sinais ou registros de uso.

A PCGO informou que o conteúdo do celular será analisado com cautela, e que informações detalhadas não serão divulgadas neste momento.

Síndico é apontado como autor do homicídio

O síndico do condomínio, Cléber Rosa de Oliveira, de 49 anos, foi identificado como o principal suspeito do crime. Ele confessou o homicídio e conduziu os policiais até o local onde o corpo havia sido escondido.

As investigações também revelaram que a vítima e o suspeito mantinham conflitos anteriores, com registros formais trocados desde novembro de 2024.

Indícios apontam morte por arma de fogo

A polícia trabalha com a hipótese de que Daiane tenha sido morta por disparo de arma de fogo. O corpo apresentava um projétil alojado na cabeça, embora ainda não esteja definido onde ocorreu o disparo.

Perícias foram realizadas no prédio e no veículo do suspeito, e a arma utilizada no crime segue sendo procurada.

A PCGO aguarda a finalização do laudo necroscópico e de outras análises técnicas para fechar o inquérito. Novas diligências continuam em andamento para esclarecer todas as circunstâncias do homicídio.

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