Pedro Turra teria orientado testemunhas a alinhar versões, aponta processo

O piloto Pedro Turra, que responde por homicídio pela morte do adolescente Rodrigo Castanheira, é suspeito de ter tentado influenciar testemunhas
ouça este conteúdo
00:00 / 00:00
1x

O piloto Pedro Turra, que responde por homicídio pela morte do adolescente Rodrigo Castanheira, é suspeito de ter tentado influenciar testemunhas para sustentar uma possível tese de legítima defesa.

A informação aparece no processo em que a defesa pede a revogação da prisão preventiva do investigado.

Tribunal decide manter prisão

Na quinta-feira (12), a 2ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios rejeitou o pedido de liberdade. A decisão foi tomada de forma unânime.

Turra está preso preventivamente desde 30 de janeiro.

Relator cita risco à investigação

O relator do caso, desembargador Diaulas Costa Ribeiro, afirmou que a manutenção da prisão se baseia em fundamentos concretos, diante da gravidade da conduta e do risco à ordem pública.

Segundo o magistrado, há indícios de que o réu tentou interferir na produção de provas ao orientar testemunhas a combinarem depoimentos.

Para a Corte, essa possível interferência compromete a busca pela verdade dos fatos e justifica a medida cautelar.

Defesa questiona fundamentos

Os advogados do piloto sustentam que a prisão preventiva teria sido influenciada pela repercussão do caso e por vídeos que, segundo a defesa, não passaram pelo contraditório.

A equipe também argumenta que Turra possui condições pessoais favoráveis para responder ao processo em liberdade.

Até o momento, não houve manifestação adicional da defesa.

Caso envolve morte de adolescente

O piloto se tornou réu pela morte de Rodrigo Castanheira, de 16 anos, ocorrida em 7 de fevereiro.

O processo segue em andamento no Distrito Federal.

Com informações do Metrópoles*

Carregar Comentários