Ex de Vorcaro não é localizada e depoimento nas CPIs fica incerto

A convocação foi aprovada tanto pela CPI do Crime Organizado quanto pela CPMI que analisa suspeitas envolvendo o INSS.
Redação NC News
ouça este conteúdo
00:00 / 00:00
1x

As comissões parlamentares que investigam possíveis irregularidades ligadas ao Banco Master ainda não conseguiram localizar a influenciadora Martha Graeff para prestar depoimento.

A convocação foi aprovada tanto pela CPI do Crime Organizado quanto pela CPMI que analisa suspeitas envolvendo o INSS.

Influenciadora mora nos Estados Unidos

Atualmente residindo nos Estados Unidos, Martha não foi oficialmente notificada, o que dificulta o cumprimento da convocação dentro do prazo previsto pelas comissões.

As equipes tentaram contato por diferentes meios, incluindo e-mails e telefones, mas não obtiveram retorno.

Nome surgiu após vazamento de conversas

A empresária passou a ser mencionada nas investigações após a divulgação de mensagens trocadas com o banqueiro Daniel Vorcaro.

Nos diálogos, há referências a figuras públicas e agentes do mercado financeiro, o que ampliou o interesse das CPIs sobre o caso.

Suspeitas incluem possível ocultação de bens

As investigações também analisam indícios de que patrimônios possam ter sido registrados em nome da influenciadora.

A hipótese é de tentativa de ocultar bens, o que é negado por Martha, que afirma não ter participação em irregularidades.

Depoimento pode ficar fora do cronograma

A CPMI já havia agendado a oitiva da influenciadora para os últimos dias de funcionamento do colegiado, que deve concluir os trabalhos em breve.

Sem a localização da convocada, cresce a possibilidade de que o depoimento não seja realizado antes da apresentação do relatório final.

Relação com Vorcaro terminou após prisão

Martha manteve um relacionamento com Vorcaro que chegou a evoluir para noivado, mas a relação foi encerrada após a primeira prisão do banqueiro, em 2025.

Desde então, ela afirma não ter envolvimento com os fatos investigados.

Defesa pode recorrer ao STF

Mesmo sendo uma convocação obrigatória, a presença pode ser questionada judicialmente. A defesa pode recorrer ao Supremo Tribunal Federal para tentar flexibilizar a exigência.

Esse tipo de recurso já foi adotado em outros casos envolvendo depoimentos em CPIs.

Carregar Comentários