O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, decidiu não disputar vaga na Câmara dos Deputados e permanecerá no cargo até o fim da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A decisão foi tomada após diálogo com o Palácio do Planalto, que priorizou a continuidade do trabalho desenvolvido na Previdência. A avaliação é de que a permanência do ministro contribui para manter a estabilidade na pasta.
Foco segue na gestão e nos beneficiários
De acordo com a equipe do ministro, a atuação continuará voltada para a melhoria dos serviços oferecidos à população, com atenção especial à redução das filas e à eficiência no atendimento aos segurados.
Outro ponto central da gestão é o enfrentamento de irregularidades no sistema previdenciário, especialmente após investigações que identificaram descontos indevidos em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social.
As apurações foram conduzidas por órgãos como a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União.
Contexto inclui crise recente na Previdência
Wolney assumiu o ministério após a saída do ex-ministro Carlos Lupi, em meio à repercussão das investigações sobre fraudes no sistema. Antes disso, ele ocupava o cargo de secretário-executivo da pasta.
Trajetória política consolidada
Natural de Caruaru, o ministro tem histórico político no PDT e já exerceu diversos mandatos como deputado federal, além de atuação em cargos estratégicos na administração pública.
A permanência de Wolney Queiroz é vista como uma estratégia para dar sequência às ações em andamento e garantir avanços na gestão da Previdência, especialmente em um momento de ajustes e fiscalização no sistema.