A Casa Civil do Acre, comandada por Jhonata Donadoni, passou a ocupar recentemente o centro de uma crise política marcada por críticas internas e episódios considerados controversos nos bastidores do governo estadual.
O cenário tem gerado tensão entre aliados e ampliado debates sobre a condução administrativa do Palácio Rio Branco.
Entre os principais questionamentos levantados por integrantes da base e opositores estão decisões administrativas contestadas, reclamações sobre falta de transparência e denúncias de concentração de poder em setores estratégicos do governo, mesmo após a mudança de comando.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que a permanência do desgaste pode comprometer articulações políticas importantes e dificultar o diálogo entre governo, prefeituras e parlamentares em um momento considerado decisivo para a gestão.
A crise também começa a atingir diretamente a imagem da governadora Mailza Assis, que tenta consolidar sua marca administrativa enquanto enfrenta ruídos internos e pressões externas dentro do cenário político local.
Polêmicas acumuladas aumentam pressão por saída de Donadoni
A permanência de Jhonata Donadoni no cargo se torna cada vez mais difícil diante do acúmulo de desgastes segundo fontes de dentro da própria gestão.

Casos como decisões administrativas questionadas e críticas públicas de parlamentares ampliaram a pressão política.
Ainda como se escuta dos bastidores, cresce a avaliação de que a saída pode ser uma solução para conter a crise dentro do governo de Mailza.
Uma vez que pessoas próximas à chefe do Executivo alegam que ela não teria autonomia para tomar as próprias decisões.