Nasa libera ferramenta que permite escrever nomes usando imagens reais da Terra vista do espaço

Plataforma interativa utiliza registros de satélite para transformar paisagens naturais em letras do alfabeto; saiba como testar.
Redação NC News
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A Nasa disponibilizou uma ferramenta interativa que permite aos usuários “escreverem” qualquer palavra utilizando fotos de satélite da superfície terrestre. O recurso, que voltou a viralizar globalmente após as celebrações do Dia da Terra (22 de abril), funciona através de um banco de dados da agência espacial norte-americana que identifica rios, montanhas e ilhas cujos formatos geográficos se assemelham às letras do alfabeto. Para utilizar, basta acessar o site oficial do projeto e digitar o termo desejado, gerando instantaneamente uma composição visual única feita a partir de registros espaciais de diversos continentes.

Do “Oi” à maior palavra da língua portuguesa

A versatilidade da plataforma é um dos motivos do sucesso nas redes sociais. É possível criar desde termos curtos, como “mar” ou “paz”, até palavras extensas e complexas, como o famoso termo médico “pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico”.

No entanto, há uma regra importante para os brasileiros: a ferramenta reconhece apenas caracteres do alfabeto inglês (de A a Z). Por isso, para que o sistema funcione corretamente, é necessário remover acentos ou cedilhas das palavras digitadas.

Uma aula de geografia a cada clique

O diferencial da experiência não é apenas visual. Ao clicar em cada letra da palavra formada, o usuário é redirecionado para informações detalhadas sobre a imagem:

Origem: Descubra se aquele “S” é um rio na Bolívia ou se o “O” é uma cratera no Canadá;

Localização: A página exibe o nome da região e o país correspondente;

Coordenadas: Para os entusiastas de cartografia, o site fornece as coordenadas geográficas exatas de cada paisagem.

“NC NEWS” escrito pelo recurso.

Por exemplo, ao escrever a palavra “SOL”, o sistema pode buscar o desenho da letra “S” em um trecho sinuoso do Rio Chapare, na Bolívia, enquanto o “L” pode ser representado por formações rochosas na China.

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