Trump cancela bombardeio ao Irã no último minuto e anuncia que pontos finais do acordo foram aprovados

O mundo segurou o fôlego nesta quinta-feira. O presidente americano Donald Trump revelou que aviões de guerra estavam prontos para atacar alvos iranianos esta noite, mas a ordem foi revogada após um pacto de última hora desenhado por potências mundiais. Entenda o plano que evitou o pior.
Redação NC News
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O mundo segurou o fôlego nesta quinta-feira. O presidente americano Donald Trump revelou que aviões de guerra estavam prontos para atacar alvos iranianos esta noite, mas a ordem foi revogada após um pacto de última hora desenhado por potências mundiais. Entenda o plano que evitou o pior.

O que aconteceu nos bastidores do poder? O planeta Terra esteve a pouquíssimos cliques de presenciar o início de um conflito armado de proporções devastadoras nesta quinta-feira (11). Em um desabafo que chocou a comunidade internacional, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou que havia autorizado uma série de ataques e bombardeios pesados contra o território do Irã programados para acontecer hoje à noite.

No entanto, no apagar das luzes e em meio a negociações secretas levadas ao mais alto escalão da diplomacia e da liderança iraniana, o pior foi evitado. Trump confirmou que os “pontos finais” de um acordo de paz foram aprovados por todas as partes e, por isso, ele voltou atrás e cancelou a ordem de ataque que já estava nas mãos dos militares americanos.

Como funciona o acordo secreto que salvou a paz?

A reviravolta cinematográfica aconteceu após uma costura política pesada que envolveu, além dos Estados Unidos e do Irã, uma lista de nações poderosas do Oriente Médio e aliados estratégicos que deram o sinal verde para o documento. Segundo o presidente americano, o pacto foi fechado tanto no conceito geral quanto nos mínimos detalhes.

A lista de países que botaram a mão na massa e aprovaram os termos do acordo inclui gigantes como Israel, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar, Turquia, Paquistão, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Egito e os próprios EUA. Trata-se de uma aliança raramente vista na história recente da região.

Por que isso virou assunto e ainda preocupa?

Embora o cancelamento dos mísseis traga um alívio imediato para os mercados financeiros e para a população global, o clima ainda é de desconfiança e “olho aberto”. Trump fez questão de mandar um recado duro aos iranianos: o bloqueio naval feito pelos navios de guerra dos Estados Unidos vai continuar valendo com força total.

A pressão só vai diminuir quando as lideranças sentarem na mesa e assinarem o papel de forma definitiva. “A data e o local da assinatura serão anunciados em breve”, garantiu o republicano em sua rede social, a Truth Social.

O que acontece agora?

O mundo agora entra em uma contagem regressiva para ver se o acordo vai mesmo sair do papel ou se foi apenas uma trégua temporária. O Irã vinha sofrendo fortes ameaças após episódios de ataques a navios e tensões em ilhas estratégicas de petróleo, o que havia feito o governo americano perder a paciência.

Caso o líder iraniano recue nos próximos dias, as frotas dos EUA estão posicionadas no oceano prontas para retomar a missão de bombardeio em questão de minutos.

Por que os EUA e o Irã estão em pé de guerra?

Se você acompanha os jornais, sabe que a briga entre os dois países é antiga e mexe diretamente com o seu bolso, já que qualquer ameaça por lá faz o preço da gasolina disparar no Brasil. Entenda o histórico dessa rivalidade:

  • A briga pelo petróleo e armas: Os EUA acusam o Irã de financiar grupos armados que desestabilizam o Oriente Médio e de tentar construir armas nucleares secretamente.
  • O bloqueio sufocante: Para tentar frear o país, os americanos impõem sanções pesadas, proibindo o Irã de vender seu petróleo livremente e cercando as rotas marítimas com navios de guerra.
  • O impacto no trabalhador: Quando o clima esquenta por lá, o valor do barril de petróleo sobe no mundo inteiro, fazendo com que a Petrobras seja pressionada a aumentar o preço do combustível nos postos aqui no Brasil.
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