Uma auditoria interna aponta que um padre teria desviado cerca de R$ 820 mil de recursos da igreja e utilizado o dinheiro para gastos pessoais, incluindo viagens de cruzeiro, visitas a cassinos e compra de roupas de grife.
Segundo o relatório, os valores teriam sido movimentados de forma irregular ao longo do período investigado, levantando suspeitas sobre o uso de recursos que deveriam ser destinados às atividades da instituição religiosa.
O caso veio à tona após a análise financeira identificar inconsistências nas contas, o que levou à abertura de investigação para apurar o destino do dinheiro.
De acordo com as informações iniciais, parte dos gastos teria sido feita em viagens internacionais e compras consideradas incompatíveis com a função exercida pelo religioso.
A igreja e os responsáveis pela auditoria ainda não divulgaram detalhes sobre eventuais medidas disciplinares ou encaminhamentos jurídicos relacionados ao caso.