“Ela era a atleta da família”: irmã revela como eram os últimos dias de professora de pilates que morreu aos 32 anos

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Redação NC News
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A professora de pilates e educadora física Lorraynne Bueno de Araújo, de 32 anos, morreu na noite de segunda-feira (21), após passar dois dias internada no Hospital Regional de Gurupi (HRG), no sul do Tocantins. Ela havia dado entrada na unidade no sábado (19), depois de passar mal e apresentar falta de ar.

Para a família, a morte foi especialmente inesperada porque Lorraynne era vista como uma pessoa saudável e muito ligada à atividade física. A irmã, Dayane Ribeiro Dias Araújo, afirmou que ela era “a atleta da família” e uma profissional bem conceituada em Gurupi. A causa da morte, no entanto, ainda não foi confirmada oficialmente.

Quem era Lorraynne Bueno

Formada em Educação Física, Lorraynne havia construído cerca de dez anos de carreira nas áreas de pilates e musculação. Em Gurupi, era sócia-proprietária de um estúdio de pilates e fisioterapia e também utilizava as redes sociais para divulgar exercícios, consciência corporal e conteúdos relacionados à atividade física.

A profissão fazia parte de praticamente toda a rotina da educadora física. Além do atendimento aos alunos, ela também se dedicou à produção acadêmica: publicou um artigo científico sobre os benefícios do pilates para a imagem corporal de mulheres adultas. O trabalho mostra que sua relação com a modalidade não estava restrita à prática profissional, mas também envolvia estudo e pesquisa sobre o tema.

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A irmã: “a atleta da família”

É pela lembrança da família que aparece uma dimensão diferente da trajetória profissional de Lorraynne. Dayane Ribeiro Dias Araújo descreveu a irmã como uma pessoa ativa, saudável, prestativa e extrovertida.

“Ela sempre foi uma menina super saudável, a atleta da família e uma das profissionais mais bem conceituadas de Gurupi. Uma pessoa maravilhosa, sempre prestativa com os outros, um amor”, afirmou Dayane.

Segundo a irmã, Lorraynne mantinha uma rotina muito próxima da atividade física, algo que também estava relacionado à própria profissão. A família a descrevia como “a mais sadia” entre os parentes, característica que tornou a notícia da internação e da morte ainda mais inesperada para quem convivia com ela.

Uma vida que também acontecia fora do estúdio

Apesar da ligação profissional com exercícios e saúde, os familiares também lembraram de Lorraynne pelos momentos que nada tinham a ver com o trabalho. Ela gostava de dançar forró, sair para comer e tinha preferência por comida japonesa.

A irmã também a descreveu como uma pessoa de personalidade extrovertida e bem-humorada. São detalhes que ajudam a reconstruir a imagem da educadora física para além das redes sociais e do estúdio onde trabalhava: havia uma rotina profissional consolidada, mas também hábitos, relações familiares e momentos de lazer.

Casamento aconteceu dez meses antes da morte

Outro capítulo recente da vida de Lorraynne havia começado poucos meses antes. Ela se casou em 22 de novembro de 2025, aproximadamente dez meses antes de morrer.

Em uma publicação nas redes sociais, a educadora física registrou imagens do casamento e escreveu sobre o início da vida a dois, destacando a fé e a presença de Deus na relação. Segundo as informações divulgadas pela família, Lorraynne não tinha filhos.

A proximidade entre o casamento e a morte também ajuda a dimensionar o momento de vida em que ela estava quando foi internada. Aos 32 anos, Lorraynne havia consolidado uma década de atuação profissional e iniciado, menos de um ano antes, uma nova etapa da vida pessoal.

Internação começou com falta de ar

Lorraynne procurou atendimento no sábado (19), depois de passar mal e apresentar falta de ar. Ela permaneceu internada no Hospital Regional de Gurupi por aproximadamente dois dias e morreu na noite de segunda-feira (21).

A família informou que havia a possibilidade de realizar um teste para Covid-19. O exame, porém, não chegou a ser feito antes da morte.

Essa informação é uma suspeita relatada pelos familiares e não uma confirmação médica da causa do óbito. Até a publicação das informações, não havia diagnóstico oficial apontando Covid-19 como responsável pela morte. A Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins foi procurada para esclarecer a causa, mas não havia apresentado uma confirmação até a atualização das reportagens consultadas.

Uma carreira interrompida aos 32 anos

A morte encerrou uma trajetória profissional que já tinha cerca de uma década. Lorraynne trabalhava diretamente com pilates e musculação, administrava um estúdio e mantinha presença nas redes sociais ligada à própria área de formação.

O trabalho acadêmico sobre os efeitos do pilates na imagem corporal de mulheres adultas também deixou registrado um pouco da área que ela escolheu estudar. Em Gurupi, sua atuação era conhecida por alunos e profissionais que acompanhavam o trabalho desenvolvido no estúdio.

A despedida em Gurupi

O sepultamento de Lorraynne ocorreu na manhã de terça-feira (22), no Cemitério São José, em Gurupi. Familiares, amigos e pessoas que acompanharam sua trajetória profissional participaram da despedida.

Uma mensagem de pesar divulgada pela Rede Anhanguera também informou que Lorraynne era irmã de Dayane, integrante da equipe da empresa em Palmas. A manifestação prestou solidariedade à família e aos amigos da educadora física.

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ENTENDA O CONTEXTO

Lorraynne Bueno de Araújo morreu aos 32 anos depois de ser internada no Hospital Regional de Gurupi com sintomas respiratórios, incluindo falta de ar. A família informou que ela faria um teste para Covid-19, mas morreu antes da realização do exame. Por isso, a doença não pode ser apresentada como causa confirmada do óbito.

A história da educadora física, porém, vai além dos dois dias de internação. Lorraynne havia dedicado aproximadamente dez anos ao pilates e à musculação, era sócia de um estúdio em Gurupi e havia produzido um estudo científico sobre a relação entre pilates e imagem corporal de mulheres adultas.

Para a família, ela era uma pessoa especialmente ligada à atividade física. A irmã a chamava de “atleta da família” e ressaltava que Lorraynne levava uma vida saudável. Fora do trabalho, era lembrada pelo gosto por forró, comida japonesa e pela personalidade extrovertida. Dez meses antes da morte, também havia se casado. O sepultamento ocorreu na manhã de terça-feira (22), em Gurupi.

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