Um homem armado com uma faca invadiu o Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) São Braz, em Curitiba, no Paraná, na tarde desta sexta-feira (9), e fez crianças e profissionais da unidade reféns. A Polícia Militar foi acionada por volta das 15h e isolou a região para permitir a atuação de equipes especializadas. O Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) assumiu as negociações para tentar encerrar a ocorrência sem vítimas.
Parte das crianças conseguiu deixar o prédio, mas outras permaneceram no interior da escola com o suspeito. As primeiras informações apontavam diferentes quantidades de reféns, com estimativas que variavam de dez a 25 pessoas. A Polícia Militar, entretanto, não havia confirmado oficialmente o número de crianças e adultos envolvidos. Pais e responsáveis se concentraram nas proximidades da unidade em busca de informações.
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A invasão aconteceu no CMEI São Braz, localizado na Rua Genauro Ferreira de Almeida, no bairro São Braz, em Curitiba. Segundo informações divulgadas pela imprensa local, o homem entrou armado na unidade durante o período de funcionamento das atividades escolares.
Após a entrada do suspeito, algumas crianças e funcionários conseguiram sair do prédio. Outras pessoas permaneceram em uma das salas, onde o homem passou a mantê-las reféns.
A Polícia Militar foi chamada para atender à ocorrência e mobilizou equipes para controlar a situação. O acesso à escola foi bloqueado, enquanto agentes de segurança estabeleceram um perímetro de isolamento para impedir a aproximação de pessoas não autorizadas.
Até as primeiras atualizações divulgadas nesta sexta-feira, as autoridades não haviam informado a identidade do invasor nem esclarecido o que teria motivado a ação.

Bope negocia liberação de reféns dentro da escola
O Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), da Polícia Militar do Paraná, foi acionado para conduzir o gerenciamento da crise. Equipes especializadas iniciaram os procedimentos de negociação com o suspeito, priorizando a segurança das crianças e dos profissionais.
Além do Bope, a ocorrência mobilizou agentes da Guarda Municipal de Curitiba e outras equipes de apoio. A região próxima ao CMEI permaneceu isolada para garantir a atuação dos policiais.
Em entrevista à imprensa, uma representante da Polícia Militar identificada como tenente Letícia explicou que a operação exigia cautela e que as equipes estavam adotando estratégias para controlar a situação.
A corporação também pediu que a população evitasse divulgar informações não verificadas, principalmente diante da circulação de relatos sobre a quantidade de pessoas mantidas dentro da unidade.

Número de reféns ainda não foi confirmado pela Polícia Militar
As primeiras reportagens sobre a invasão apresentaram números diferentes de pessoas mantidas reféns. A Band Paraná informou inicialmente que aproximadamente dez crianças e adultos estariam com o suspeito.
Outros veículos regionais mencionaram estimativas de até 25 pessoas, incluindo crianças, professores e funcionários. A Polícia Militar, no entanto, informou que ainda não havia confirmado a quantidade exata de reféns.
Também não havia confirmação oficial de feridos nas primeiras atualizações. A ausência dessa informação não significa que a integridade de todas as pessoas já tenha sido verificada pelas equipes de resgate.
As autoridades mantiveram o foco na negociação e no acompanhamento da situação dentro da escola.
Prefeitura de Curitiba mobiliza psicólogos para atender famílias
A Prefeitura de Curitiba informou que acompanha a ocorrência com atenção e que a Secretaria Municipal da Educação mobilizou equipes para prestar assistência às crianças, aos profissionais da escola e aos familiares.
Profissionais de psicologia foram acionados para oferecer acolhimento especializado aos responsáveis pelos alunos e à comunidade escolar afetada pela invasão.
Em nota, a administração municipal destacou que a prioridade é a preservação da vida e da integridade de todos os envolvidos.
A prefeitura também confirmou que a Polícia Militar do Paraná está à frente da operação, com apoio da Guarda Municipal, e informou que novas atualizações serão divulgadas conforme os fatos forem confirmados pelas autoridades responsáveis.
Pais aguardam informações enquanto escola permanece isolada
A movimentação policial levou pais e responsáveis até as proximidades do CMEI São Braz. Familiares aguardavam notícias sobre as crianças e acompanhavam o trabalho das equipes de segurança do lado de fora da unidade.
O bloqueio do acesso à escola foi adotado para evitar interferências na operação e permitir que os policiais mantivessem o controle da área.
A Secretaria Municipal da Educação disponibilizou equipes para acolher os familiares e prestar orientações durante o andamento da ocorrência.
As autoridades ainda não haviam divulgado informações sobre a eventual retomada das atividades escolares ou sobre medidas administrativas posteriores à ocorrência.
Suposta carta com ameaças circula nas redes sociais
Durante a operação, começou a circular nas redes sociais a imagem de uma suposta carta atribuída ao invasor. O conteúdo apresentava ameaças contra pessoas que estariam no interior da escola.
A autenticidade do documento, entretanto, não havia sido confirmada oficialmente pelas autoridades nas primeiras horas da ocorrência.
Por esse motivo, não é possível afirmar que o texto tenha sido escrito pelo suspeito ou que represente suas exigências durante as negociações.
As circunstâncias da invasão, a motivação do homem e a origem do documento deverão ser esclarecidas pelas autoridades responsáveis pela investigação.
O que se sabe sobre a invasão ao CMEI São Braz?
- Local: Centro Municipal de Educação Infantil São Braz, em Curitiba, Paraná.
- Data: sexta-feira, 9 de outubro de 2026.
- Horário: a Polícia Militar foi acionada por volta das 15h.
- Ocorrência: um homem armado com uma faca invadiu a unidade e fez crianças e profissionais reféns.
- Equipes mobilizadas: Polícia Militar, Bope e Guarda Municipal.
- Reféns: quantidade exata ainda não confirmada oficialmente nas primeiras informações.
- Suspeito: identidade e motivação não divulgadas.
- Atendimento: Prefeitura de Curitiba mobilizou equipes de acolhimento e apoio psicológico.
- Situação: ocorrência em andamento no momento das informações consultadas.
A Polícia Militar segue responsável pela condução da ocorrência e pela confirmação dos desdobramentos. A Prefeitura de Curitiba informou que continuará prestando apoio às famílias e à comunidade escolar enquanto as autoridades trabalham para garantir a segurança das pessoas envolvidas.