A crise no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) se aprofundou com a indicação de Márcio Pochmann pelo presidente Lula para a presidência do órgão. Nos últimos dias, a coordenadora de Contas Nacionais, Rebeca Palis, deixou o cargo, gerando indignação entre outros servidores.
Além de Palis, outros três funcionários públicos também se desligaram do IBGE, a menos de um mês da divulgação do relatório sobre o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. O episódio ocorre em meio às recentes mudanças na metodologia de cálculo do PIB, implementadas pela nova gestão.
No final do ano passado, servidores e sindicatos já haviam publicado uma carta de repúdio à administração de Pochmann, manifestando preocupação com a condução técnica e política do instituto.
