Uma cratera aberta durante uma obra da Sabesp assustou moradores de Osasco, na Grande São Paulo, nesta segunda-feira (13). O desmoronamento do solo ocorreu em uma área onde a companhia realizava intervenções na rede de saneamento e obrigou a interdição de três casas por medida de segurança.
Apesar do susto, não houve registro de feridos. Equipes da Sabesp, da Defesa Civil e da Prefeitura passaram a atuar no local para isolar a área, avaliar a estabilidade do terreno e definir as medidas necessárias para reparar os danos e garantir a segurança dos moradores.
Como a cratera se formou?
Segundo as informações divulgadas até o momento, o solo cedeu durante uma obra executada pela Sabesp. O desmoronamento abriu uma grande cratera na via e comprometeu a estabilidade de imóveis vizinhos, levando à retirada preventiva das famílias que viviam nas três casas interditadas.
As causas exatas do rompimento ainda serão apuradas.
Moradores precisaram deixar os imóveis. Com o risco de novos deslizamentos, as equipes de emergência determinaram a saída imediata dos moradores das residências afetadas.
A medida é preventiva e busca evitar acidentes enquanto engenheiros realizam avaliações estruturais tanto do terreno quanto das construções próximas ao ponto onde o solo cedeu.
O que diz a Sabesp
A Sabesp informou que trabalha na contenção da área e na recuperação da rede afetada. A companhia também afirmou que acompanha a situação das famílias atingidas e realiza avaliações técnicas para identificar as causas do incidente e definir o cronograma dos reparos.
Até a publicação desta reportagem, não havia previsão para a liberação completa da área.
O que acontece agora?
Os próximos passos envolvem:
avaliação da estabilidade do solo, inspeção estrutural dos imóveis interditados,
recuperação da tubulação e da via, definição de quando os moradores poderão retornar às casas, caso as condições de segurança sejam restabelecidas.
Entenda o contexto
Crateras provocadas por rompimentos de tubulações ou problemas em obras subterrâneas exigem isolamento imediato da área porque podem indicar que o solo perdeu sustentação. Nesses casos, a prioridade das autoridades é retirar moradores de imóveis em risco, estabilizar o terreno e identificar a origem do problema antes da reconstrução da infraestrutura.