Carlos Portinho é candidato do Partido Liberal (PL) ao Senado pelo Rio de Janeiro nas eleições de 2026. Nascido na capital fluminense em 2 de julho de 1973, o advogado chegou ao Senado como suplente em 2020 e atualmente exerce mandato na Casa.
Antes de assumir a cadeira no Congresso, Portinho passou por cargos na administração pública do Rio de Janeiro e também construiu carreira na área jurídica, com atuação especialmente relacionada ao Direito Desportivo.
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Entenda o que aconteceu
Em 2026, Carlos Portinho tenta permanecer no Senado por meio do voto direto. Ele está entre os candidatos que disputam as duas vagas destinadas ao Rio de Janeiro nesta eleição.
O registro eleitoral apresenta Portinho pelo PL, com o número 222. Samuel Malafaia aparece como primeiro suplente e Marcelinho como segundo suplente, ambos também do PL.
Atuação antes do Senado
A trajetória profissional de Portinho inclui passagens pela administração pública e pelo setor jurídico.
Ele ocupou a Secretaria Municipal de Habitação do Rio de Janeiro em 2014 e, posteriormente, comandou a Secretaria Estadual de Meio Ambiente, em 2016, segundo o cadastro oficial de candidatos do Senado.
Formado em Direito, também trabalhou como professor universitário e assessor parlamentar. Na área privada, atuou como advogado especializado em Direito Desportivo e ocupou a vice-presidência jurídica do Flamengo.
Chegada ao Senado
Portinho assumiu uma cadeira no Senado em novembro de 2020. Ele era o primeiro suplente da chapa de Arolde de Oliveira, eleito pelo Rio de Janeiro em 2018.
Arolde morreu em outubro de 2020, e Portinho passou a exercer o mandato que estava sendo ocupado pelo titular. A posse ocorreu em 3 de novembro daquele ano.
O Senado registra atualmente Portinho como senador pelo Rio de Janeiro no período correspondente à legislatura iniciada em 2019 e com término em 2027.
Atuação no Congresso
Durante sua passagem pelo Senado, Portinho participou de discussões sobre diferentes áreas. Entre os temas ligados à sua atuação parlamentar estão tecnologia, empreendedorismo, segurança pública e esporte.
Ele foi relator do projeto que deu origem ao Marco Legal das Startups, aprovado pelo Senado em 2021. A proposta estabeleceu regras e mecanismos para estimular empresas inovadoras e investimentos no setor.
Portinho também apresentou projetos relacionados ao ambiente de negócios e ao financiamento de empresas de tecnologia. Em 2024, por exemplo, foi autor de uma proposta que criou um modelo de investimento conversível em participação societária para startups.
Em junho de 2022, Portinho foi anunciado como líder do governo no Senado durante a administração de Jair Bolsonaro. Naquele período, também exercia função de liderança no PL na Casa.
Após a mudança de governo, sua atuação parlamentar passou a ocorrer na bancada do PL. Atualmente, o perfil oficial do Senado o identifica como líder do bloco parlamentar Vanguarda, formado sob a liderança do PL.
Candidatura ao Senado em 2026
Nas eleições deste ano, Portinho disputa novamente uma vaga no Senado, desta vez buscando um mandato próprio nas urnas.
A chapa registrada pelo PL tem Samuel Malafaia como primeiro suplente e Marcelinho como segundo suplente. O número utilizado pelo candidato é 222.
O patrimônio declarado à Justiça Eleitoral para a disputa é de R$ 1.401.120,53.
Duas vagas serão preenchidas
O Rio de Janeiro terá duas cadeiras renovadas no Senado nas eleições de 2026.
Portinho está entre os 16 candidatos registrados para a disputa no estado, segundo a relação divulgada pelo Senado. A eleição reúne nomes de diferentes partidos e trajetórias políticas.
Entenda o contexto
A candidatura de Carlos Portinho ocorre após quase seis anos de atuação no Senado. Ele chegou à Casa como primeiro suplente de Arolde de Oliveira e passou a exercer o mandato após a morte do titular.
Antes disso, sua carreira havia passado pela Prefeitura do Rio, pelo governo estadual e pela advocacia. No Congresso, participou de debates e relatou propostas relacionadas a temas como startups e tecnologia.
Em 2026, Portinho busca continuar no Senado por meio de uma candidatura própria pelo PL. O registro eleitoral apresenta os dois suplentes da chapa e o patrimônio declarado para a eleição.