O Cruzeiro não deu chances ao azar e venceu o Vitória por 3 a 0 na noite desta quarta-feira (01), em Belo Horizonte. Em um confronto que parecia complicado após um gol anulado logo no início, o time mineiro demonstrou maturidade e uma eficiência ofensiva letal, resolvendo a partida ainda na etapa inicial. Com o resultado, o clube celeste sobe na tabela da Série A e impõe um duro revés ao Leão da Barra, que pouco conseguiu produzir para evitar a derrota.
Domínio celeste em Belo Horizonte
O Cruzeiro venceu o Vitória pelo placar de 3 a 0 no Estádio Mineirão, na noite desta quarta-feira (01), em partida válida pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro. Sob o comando de Matheus Pereira e Christian, a Raposa construiu a vitória com três gols marcados em um intervalo de apenas oito minutos no primeiro tempo. O triunfo foi motivado pela necessidade do Cruzeiro de se consolidar no G-6, utilizando a velocidade dos contra-ataques e a precisão nas finalizações de fora da área para desarticular a defesa baiana. No segundo tempo, os mineiros apenas administraram a posse de bola para selar o resultado sem sustos.
Primeiro Tempo: O “rolo compressor” mineiro
O início do jogo foi marcado pelo drama. Aos cinco minutos, Christian chegou a abrir o placar após rebote de Lucas Arcanjo, mas o VAR entrou em ação e anulou o tento por um toque de mão. A frustração, contudo, virou combustível. Aos 33 minutos, Christian se redimiu ao acertar um chutaço de fora da área: 1 a 0.
O gol abriu a porteira. Apenas dois minutos depois, Kauã Moraes recebeu lançamento longo de Matheus Cunha, driblou a marcação de Nathan e anotou um golaço da entrada da área. Sem dar tempo para o Vitória respirar, aos 38, Matheus Pereira cruzou para Christian servir Kaio Jorge, que completou para as redes, fechando a conta ainda antes do intervalo.
Segundo Tempo: Controle e gestão
Na volta para a etapa final, o Cruzeiro adotou uma postura pragmática. Com a vantagem confortável, o time de Minas Gerais priorizou a manutenção da posse de bola e o controle do meio-campo. O Vitória, desestruturado pelo “apagão” sofrido no primeiro tempo, não encontrou espaços para levar perigo à meta de Matheus Cunha, fazendo com que o cronômetro corresse sem grandes sobressaltos até o apito final.