Uma menina de 5 anos morreu após passar mal dentro da Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) Professora Marta Nair Monteiro, no bairro Santa Rita de Cássia, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. A ocorrência foi registrada na tarde desta segunda-feira (19). A criança, identificada como Mariana Campos Reis, recebeu atendimento de profissionais de saúde, mas não resistiu.
Segundo informações preliminares, Mariana sofreu uma parada cardiorrespiratória. A menina utilizava traqueostomia, procedimento que permite a passagem de ar por uma abertura cirúrgica na traqueia. De acordo com a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), a estudante tinha condições de saúde que exigiam acompanhamento contínuo e recebia assistência de um profissional de apoio na escola, além dos cuidados diários da mãe.
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Samu foi acionado e morte confirmada às 16h20
Conforme a Secretaria Municipal de Educação (Smed), a equipe da escola prestou os primeiros cuidados à criança e acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) às 15h11.
Diante da emergência, Mariana foi encaminhada ao centro de saúde mais próximo, onde recebeu atendimento. A ambulância do Samu chegou às 15h28 e deu continuidade aos procedimentos realizados pela equipe da unidade de saúde. Apesar das tentativas de reanimação, a morte foi constatada às 16h20.
A Prefeitura informou que a escola seguiu os procedimentos de cuidado e segurança previstos para esse tipo de situação. A administração municipal também afirmou que está prestando assistência à família.
Mariana foi velada e sepultada na manhã desta terça-feira (20), no Cemitério da Saudade, na Região Leste de Belo Horizonte.
Criança recebia acompanhamento especializado na escola
Segundo a Smed, Mariana tinha condições de saúde que exigiam cuidados específicos durante sua permanência na unidade de ensino.
Por isso, contava com acompanhamento contínuo de um Profissional de Apoio ao Educando. A mãe da estudante também participava diariamente dos cuidados, conforme informou a Secretaria.
A Prefeitura não detalhou a condição clínica da criança nem esclareceu o que provocou o mal-estar. Até o momento, as informações divulgadas não permitem estabelecer a causa da morte ou relacioná-la ao uso da traqueostomia.
Veja a nota da Prefeitura de Belo Horizonte na íntegra
Em comunicado, a Secretaria Municipal de Educação lamentou a morte da estudante, prestou solidariedade à família e afirmou que a unidade escolar adotou os procedimentos de atendimento e segurança previstos.
Confira o posicionamento completo:
A Secretaria Municipal de Educação (Smed) lamenta profundamente o ocorrido e expressa suas mais sinceras condolências e solidariedade aos familiares, amigos e toda a comunidade escolar.
A Smed esclarece que a estudante possuía condições de saúde restritas e, em razão do seu quadro e do grau de comprometimento funcional, ela recebia acompanhamento contínuo de um Profissional de Apoio ao Educando, bem como era acompanhada diariamente nos cuidados por sua genitora, tendo em vista o grau de vulnerabilidade.
Cabe ressaltar que a unidade escolar seguiu rigorosamente todos os procedimentos de cuidado e segurança previstos. No momento em que a estudante apresentou mal-estar, a equipe pedagógica acionou o SAMU e, diante da emergência, realizou o encaminhamento imediato da criança para o Centro de Saúde mais próximo.
O Samu foi acionado às 15h11 para atender a ocorrência. A ambulância chegou ao local às 15h28 e deu continuidade ao atendimento, que já estava sendo prestado pelas equipes do Centro de Saúde. Apesar dos esforços e das tentativas de reanimação realizadas pelas equipes de saúde, o óbito foi constatado às 16h20.
A Smed informa que está prestando todo o suporte necessário e atendimento humanizado à família. A Secretaria reitera o seu compromisso inegociável com a integridade física, o bem-estar, o cuidado e a garantia dos direitos de todas as crianças e adolescentes, mantendo e aprimorando continuamente seus protocolos de cuidado e acolhimento.