Glauber Braga escapa da cassação, é afastado por seis meses e mira Hugo Motta na PGR

Deputado era alvo de um processo por quebra de decoro parlamentar, motivado por uma briga com um integrante do MBL
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Depois de um período de tensão na Câmara dos Deputados, os parlamentares decidiram, na quarta-feira (10), não cassar o mandato de Glauber Braga (PSOL-RJ). Em vez disso, a Casa optou por aplicar ao deputado uma suspensão de seis meses.

Braga era alvo de um processo por quebra de decoro parlamentar, motivado por uma briga com um integrante do Movimento Brasil Livre (MBL) ocorrida nas dependências do Congresso Nacional.

Durante o período de suspensão, a vaga será ocupada por sua suplente, a ex-senadora Heloísa Helena (Rede-RJ).

PGR

Ainda na quarta-feira, Braga e outros parlamentares aliados acionaram a Procuradoria-Geral da República (PGR) pedindo a investigação criminal do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Segundo eles, Motta teria sido o “mandante das ações agressivas e truculentas cometidas pelos policiais legislativos contra os parlamentares” na sessão da última terça-feira (9).

A representação é assinada, além de Braga, por Sâmia Bomfim (PSOL-SP), Célia Xakriabá (PSOL-MG), Dorinaldo Malafaia (PDT-AP) e Rogério Correia (PT-MG). O grupo acusa Motta dos crimes de “lesão corporal” e “violência política de gênero”.

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