Corinthians segura pressão com um a menos e vence o Vasco em Itaquera

Bidu decide com golaço, e Timão mostra resistência defensiva após expulsão de André para garantir os três pontos na Neo Química Arena.
Redação NC News
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O Corinthians superou o Vasco da Gama por 1 a 0 na tarde deste domingo (26), na Neo Química Arena, em partida válida pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. O gol da vitória foi marcado pelo lateral Matheus Bidu, ainda na primeira etapa, após uma assistência plástica de calcanhar de Rodrigo Garro.

O resultado foi garantido sob uma atmosfera de superação, já que o volante corintiano André foi expulso aos 44 minutos do primeiro tempo por uma falta dura, obrigando a equipe paulista a atuar com um jogador a menos durante toda a metade final do jogo. O Vasco pressionou intensamente até os acréscimos, mas esbarrou na sólida organização defensiva do Timão e na falta de pontaria de seus atacantes.

Placar aberto e balde de água fria

Desde o apito inicial em Itaquera, o Corinthians tentou ditar o ritmo, explorando principalmente as bolas paradas. O placar foi destravado aos 37 minutos em uma jogada de pura técnica: Vitinho serviu Garro, que, com um toque de letra, deixou Bidu em condições de girar e bater de perna direita para o fundo das redes.

A festa da Fiel, no entanto, foi contida pouco antes do intervalo. Aos 44 minutos, após revisão ou decisão direta do árbitro, André recebeu o cartão vermelho por entrada em Thiago Mendes, deixando o Corinthians em desvantagem numérica para o restante do confronto.

Paredão alvinegro e drama nos acréscimos

No segundo tempo, o roteiro foi de ataque contra defesa. Com um homem a mais, o Vasco empurrou o Corinthians para o campo de defesa e empilhou chances com Andrés Gómez e Rojas, mas não conseguiu furar o bloqueio. O técnico do Timão reorganizou a equipe para apostar em contra-ataques isolados — em um deles, Yuri Alberto quase ampliou, mas desperdiçou a oportunidade.

Nos minutos finais, o “abafa” cruz-maltino chegou ao ápice. No último lance, Spinelli teve o empate nos pés em uma cabeçada em estilo peixinho, mas a bola saiu rente à trave. Ao apito final, a vitória magra foi celebrada como uma goleada pela entrega tática dos donos da casa.

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