A metodologia utilizada por Klement começou a ser aplicada durante a Copa de 2014, disputada no Brasil. Curiosamente, segundo o próprio economista, o objetivo inicial era demonstrar as limitações dos modelos estatísticos na previsão de eventos esportivos. No entanto, os resultados acabaram surpreendendo até mesmo seu criador.
Em entrevista à BBC, Klement afirmou que nunca encarou as projeções como uma fórmula infalível e ressaltou que a sorte também desempenha papel importante nos acertos obtidos ao longo dos anos.
Apesar da repercussão gerada por suas previsões, o especialista recomenda cautela aos torcedores e apostadores, destacando que o futebol continua sendo um esporte altamente imprevisível.
O que prevê o modelo para 2026?
De acordo com a simulação divulgada pelo economista, o Brasil avançaria em primeiro lugar em seu grupo, mas acabaria eliminado pelo Japão logo na fase seguinte do torneio.
Nas semifinais, os confrontos seriam entre Países Baixos e Espanha de um lado da chave, e Inglaterra contra Portugal do outro. Ainda segundo a projeção, os portugueses chegariam à semifinal após eliminar a Argentina nas quartas de final.
A grande decisão da Copa do Mundo de 2026, conforme o modelo matemático, seria disputada entre Portugal e Países Baixos, com os holandeses conquistando um título inédito.
Embora as previsões despertem curiosidade entre os fãs de futebol, o próprio autor reforça que os resultados devem ser encarados apenas como projeções estatísticas, e não como garantias sobre o que acontecerá em campo.