O sistema de cobrança de pedágio no estado de São Paulo pode passar por uma mudança importante nos próximos dias.
Começou a fase de testes do modelo “free flow” no Sistema Anchieta-Imigrantes, que liga a capital ao litoral paulista. A tecnologia permite a cobrança automática, sem cancelas e sem necessidade de parada dos veículos.
A promessa é tornar o fluxo mais rápido e, ao mesmo tempo, reduzir o valor médio pago pelos motoristas.
O modelo “free flow” funciona por meio de sensores e câmeras instalados ao longo da rodovia.
Em vez de praças de pedágio tradicionais, com cabines e cancelas, o sistema identifica a placa do veículo e realiza a cobrança automaticamente. A ideia é eliminar filas, reduzir congestionamentos e tornar a viagem mais fluida.
Os testes começaram no Sistema Anchieta-Imigrantes, um dos principais corredores rodoviários de São Paulo, que conecta a capital ao litoral sul do estado. A fase atual ainda é experimental e serve para avaliar o funcionamento da tecnologia antes de uma possível expansão para outras rodovias.
De acordo com as informações do projeto, o novo modelo pode reduzir o valor médio do pedágio para cerca de R$ 19,35. A proposta está ligada à reestruturação do sistema de cobrança, já que o modelo eletrônico elimina custos operacionais de praças físicas.
No entanto, os valores finais ainda dependem de regulamentação e avaliação do período de testes.
O pagamento da cobrança, o motorista não precisa parar na rodovia. A leitura da placa é feita automaticamente e a cobrança é vinculada ao veículo, podendo ser paga posteriormente em canais digitais ou sistemas integrados.
Quem não efetuar o pagamento dentro do prazo pode ser notificado, conforme regras do sistema.
Na prática, a principal mudança é a ausência de cancelas e praças de pedágio.
Isso deve reduzir o tempo de viagem, especialmente em períodos de maior movimento, como feriados e fins de semana. Além disso, o fluxo contínuo pode diminuir pontos de retenção na rodovia.
A fase de testes vai avaliar a eficiência do sistema, a precisão na leitura das placas e a adaptação dos motoristas ao novo modelo.
Se aprovado, o sistema pode ser expandido para outras rodovias do estado.