Gabriela Medvedovsky e seu visual transformado após ‘Loquinha’

A atriz de 33 anos destaca nova fase na carreira e compartilha momentos especiais com colegas no cenário artístico carioca.
Redação NC News
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Celebridades

A atriz de 33 anos destaca nova fase na carreira e compartilha momentos especiais com colegas no cenário artístico carioca.

Gabriela Medvedovsky escolhe o palco de um teatro no Leblon para marcar o fim de um ciclo. Na noite de 18 de junho de 2026, a atriz de 33 anos reaparece com visual renovado ao lado de Daphne Bozaski, também de 33, em um reencontro que mistura carinho de fãs, memória recente de um fenômeno na TV e o anúncio de uma nova fase pessoal.

As duas, que viveram Juquinha e Lucélia em “Três Graças”, chegam juntas ao Teatro AXIA Casa Grande, na Zona Sul do Rio, para assistir a “Prima Facie”, protagonizada por Débora Falabella. Na saída, são cercadas por admiradores da novela das 21h e atendem pedidos de fotos, ainda sob o impacto do casal lésbico “Loquinha”, um dos eixos de representatividade da trama no horário nobre.

Visual curto, ruivo e simbólico

Os flashes da noite evidenciam de imediato a mudança. Gabriela abandona os fios longos de Juquinha, mas mantém o tom ruivo que grudou na lembrança do público. O corte curto, assumido pouco após o fim de “Três Graças”, não é só estética. É marca de encerramento e de reposicionamento de imagem.

Em entrevista recente à revista Quem, durante evento em São Paulo, a atriz explica que a transformação funciona como um ritual de despedida da personagem que a projetou nacionalmente. “Foi a derradeira despedida. Eu cortei, mas de alguma maneira ainda ela ficou um pouquinho, né? Porque eu assumi o ruivo, é o ruivo que fica e estou muito feliz”, diz.

Ela conta que o desejo pelo cabelo curto é antigo e que a novela a manteve por mais tempo em um visual que não era o seu preferido fora de cena. “Eu sempre gostei de ter cabelo curto e é uma nova fase”, afirma. A decisão reforça um gesto comum entre atores de novelas das 21h: mexer no visual como forma concreta de separar personagem e vida real após meses de exposição diária.

Do set ao teatro: laços que seguem fora da tela

O reencontro com Daphne Bozaski no Rio mostra que a convivência de bastidores não se esgota com o último capítulo. As duas circulam juntas pelo AXIA Casa Grande, posam com fãs e deixam claro que a parceria em “Três Graças” se converte em amizade. A escolha de prestigiar Débora Falabella em “Prima Facie” também revela uma geração de atrizes que se acompanha e se fortalece em diferentes linguagens, do folhetim ao teatro.

“Três Graças” termina, mas o eco de seus personagens ainda alimenta discussões nas redes e fora delas. Juquinha, policial vivida por Gabriela, e Lorena, interpretada por Alanis Guillen, formam um dos casais mais comentados da faixa das 21h, apelidado de “Loquinha” pelos fãs. A repercussão se concentra sobretudo no público LGBT, que abraça a história de amor entre duas mulheres em horário de maior audiência da TV aberta.

O sucesso do par romântico faz de Gabriela e Alanis presenças constantes em fanpages, edições de vídeo e debates online sobre representação de mulheres lésbicas na dramaturgia. Essa intensidade não se limita ao período de exibição. Mesmo com a novela fora do ar, o casal fictício segue influenciando a trajetória real das duas atrizes.

Amizade à distância e sob holofotes

Gabriela conta que, passado o ritmo pesado de gravações, o vínculo com Alanis Guillen se mantém. A amizade se desloca dos estúdios para o celular, com trocas de mensagens e confidências. “A gente ficou muito amiga e segue conversando. Ela está agora lá na Itália e, de vez em quando, me manda umas coisas”, relata.

A atriz lembra que já viajou para o país europeu e aproveita a experiência para retribuir. “Aí eu mando umas dicas também, já que já fui para lá… A gente segue em contato e com muito carinho uma pela outra”, completa. O tom é de normalidade afetuosa, em contraste com o ruído gerado em torno da vida pessoal de Alanis.

Durante a exibição de “Três Graças”, o entrosamento em cena entre Juquinha e Lorena alimenta especulações e provoca incômodos na esfera íntima da colega. A então namorada de Alanis, Giovanna Reis, reage com ciúme e insegurança à parceria profissional, em episódios que acabam expostos e ajudam a azedar o relacionamento. O namoro termina de forma turbulenta, com desdobramentos que incluem pedidos de medida protetiva e acusações públicas.

O barulho em torno da vida amorosa de Alanis não rompe, porém, o vínculo com Gabriela. Ao falar da colega, ela insiste no afeto e no respeito mútuo, sem alimentar polêmica. Após meses em que o casal “Loquinha” ocupa tanto o imaginário dos fãs quanto o noticiário de celebridades, as duas parecem buscar um lugar mais discreto para a amizade.

Representatividade, imagem e próximos passos

A trajetória de Juquinha e Lorena marca um ponto relevante na ficção recente da Globo. Ao colocar um casal lésbico em posição central na novela mais vista do país, “Três Graças” amplia a presença de personagens LGBT tratados com humanidade e complexidade, não como alívio cômico ou trama lateral. O apelido “Loquinha” vira senha de identificação nas redes e símbolo de uma demanda antiga do público.

Para Gabriela, a repercussão se traduz em reconhecimento e responsabilidade. A atriz se vê associada à imagem de mulher lésbica forte e apaixonada, mesmo que sua vida pessoal permaneça resguardada de rótulos. O corte de cabelo, o ruivo mantido, o reencontro com Daphne e a amizade com Alanis compõem um retrato de transição: ela tenta administrar o peso de um papel marcante sem perder o controle sobre a própria narrativa.

O teatro no Leblon funciona como palco simbólico desse movimento. Entre selfies com fãs e abraços em colegas, Gabriela encerra um capítulo e sinaliza outros. O público que lotou timelines com cenas de “Loquinha” agora acompanha, em tempo real, como a atriz negocia imagem, escolhas estéticas e laços afetivos depois do boom da novela.

Os próximos meses devem revelar os frutos dessa virada. Com “Três Graças” ainda fresca na memória, cada novo trabalho, personagem ou aparição pública tende a ser lido em comparação com Juquinha. A aposta de Gabriela, ao cortar o cabelo e manter o ruivo, é simples: reconhecer o impacto do passado recente, mas deixar claro que ele não define sozinha a atriz que ela quer ser daqui para frente.

Quem é Gabriela Medvedovski?

Gabriela Medvedovsky é uma atriz brasileira de 33 anos que ganha projeção nacional ao interpretar Juquinha na novela das 21h “Três Graças”, exibida pela Globo.

Qual a sexualidade da Gabriela Medvedovski?

A sexualidade de Gabriela Medvedovsky não é detalhada nas informações disponíveis. O que se sabe é que ela interpreta uma personagem lésbica de grande destaque em “Três Graças”.

Quem é o namorado de Gabriela Medvedovski?

Não há informações, no contexto desta matéria, sobre namoro atual de Gabriela Medvedovsky ou sobre a identidade de algum parceiro ou parceira.

Gabi Medvedovsky tem filhos?

Não há qualquer menção a filhos de Gabriela Medvedovsky nas informações utilizadas nesta reportagem.


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