A Polícia Civil de São Paulo identificou a pessoa que teria retirado a câmera GoPro usada pela jovem de 21 anos que morreu durante um salto de rope jump em Limeira, no interior do estado. O equipamento, que registrava o momento da atividade, foi removido ainda no local do acidente e não foi recuperado.
João Antônio Pivetta Ribeiro da Silva, um dos presos por envolvimento na morte da jovem Maria Eduarda , segundo a polícia foi o responsável por retirar a câmera GoPro acoplada do braço da vítima.

O caso aconteceu durante uma atividade de aventura em que a vítima teria sido lançada de uma altura de aproximadamente 40 metros sem estar corretamente presa à corda de segurança, segundo a investigação.
A investigação aponta que a câmera acoplada ao corpo da jovem poderia ser uma peça-chave para esclarecer exatamente o que aconteceu nos segundos que antecederam a queda fatal.
Segundo os investigadores, a GoPro foi retirada logo após o acidente por uma pessoa que estava no local da atividade. Em seguida, o equipamento desapareceu, o que levantou suspeitas dentro da apuração policial.
O caso segue sob análise da Polícia Civil, que trata o episódio como uma possível falha grave de procedimento durante a execução do rope jump, além de investigar a conduta dos responsáveis pela operação.
A morte da jovem gerou forte comoção e abriu questionamentos sobre as condições de segurança da atividade, que simula uma queda livre controlada por cordas de proteção.
O que aconteceu no salto?
A vítima participava de uma atividade de rope jump quando teria sido lançada de uma plataforma elevada. De acordo com a investigação, há indícios de que ela não estava corretamente conectada ao sistema de segurança no momento da queda.
A atividade é conhecida por simular uma queda livre, mas depende de checagens rigorosas de equipamentos e travas de segurança antes do salto.
QUEM SÃO OS ENVOLVIDOS?
A Polícia Civil investiga funcionários e responsáveis pela operação do salto no dia do acidente. Pessoas ligadas à organização da atividade foram ouvidas e a apuração busca entender se houve erro humano, falha técnica ou descumprimento de protocolos.
Até o momento, ninguém teve a identidade oficialmente divulgada pelas autoridades.
Como aconteceu o acidente?
Segundo a linha de investigação, a vítima realizou o salto a partir de uma estrutura de aproximadamente 40 metros de altura. Logo após o lançamento, foi constatado que ela não estava devidamente presa ao sistema de segurança.
A falha teria resultado na queda livre sem contenção, o que levou à morte imediata da jovem.
O que a investigação apura agora?
A Polícia Civil de São Paulo segue trabalhando para esclarecer todos os detalhes do acidente que terminou com a morte da jovem durante o salto de rope jump em Limeira (SP). Entre os principais pontos da investigação estão a localização da GoPro desaparecida, que pode conter imagens decisivas dos momentos finais antes da queda, e a reconstrução completa da dinâmica do salto. Os investigadores também buscam entender se houve falha no procedimento de segurança, erro humano ou descumprimento de protocolos por parte da equipe responsável pela atividade. Além disso, a polícia analisa a conduta dos envolvidos na operação e não descarta a possibilidade de que o desaparecimento do equipamento esteja ligado a uma tentativa de ocultação de provas.
O que ainda não foi esclarecido?
Apesar dos avanços na investigação, ainda há pontos importantes sem resposta. Não está totalmente claro o que causou a falha no sistema de segurança que teria levado a jovem a ser lançada sem a devida fixação na corda. Também permanece em aberto quem foi o responsável direto pela liberação do salto nas condições em que ocorreu e como exatamente a GoPro foi retirada e desapareceu após o acidente. Outro ponto que segue sob apuração é se houve negligência, erro técnico ou falha de comunicação entre os responsáveis pela atividade. A Polícia Civil ainda trabalha para esclarecer essas dúvidas e concluir a reconstituição completa do caso.