Mansão de Mari Gonzalez e Jonas em Alphaville ganha novo destino

Conheça o futuro da luxuosa mansão de Mari Gonzalez e Jonas em Alphaville, que não será mais residência do ex-casal.
Redação NC News
ouça este conteúdo
00:00 / 00:00
1x

A mansão de alto padrão construída por Mari Gonzalez e Jonas Sulzbach em Alphaville, na Grande São Paulo, não terá o destino sonhado pelo ex-casal. Concluída neste ano, a casa que começou a ser planejada em 2022, quando os dois ainda falam em família e futuro, será colocada à venda ou para locação.

De projeto de família a ativo de luxo

A decisão encerrou um capítulo que acompanha a trajetória pública de Mari e Jonas desde o noivado, ainda em 2022. Na época, os dois apresentavam nas redes cada etapa da obra, vendida aos seguidores como a casa definitiva, pensada para receber amigos, trabalho e, mais adiante, um filho.

Esse plano ruiu em 2023, com o fim do relacionamento. O imóvel seguiu em construção, já contratado, já pago, com a estrutura em andamento. A obra terminou esse, quando a história do casal já está em outra fase. O que nasce como símbolo de um projeto de vida compartilhado se transforma, na prática, em um ativo no mercado imobiliário de luxo da Grande São Paulo.

Jonas confirmou publicamente a decisão conjunta. “Nenhum dos dois planeja morar no imóvel recém-concluído”, afirma. Ele reforça que a casa continua ligada ao passado dos dois, mas não cabe mais na vida atual de nenhum deles. A movimentação interessa a um nicho específico: compradores e investidores dispostos a pagar por uma residência pronta, assinada por influenciadores com milhões de seguidores.

Quarto de bebê vira símbolo de planos interrompidos

A planta da casa nasceu em 2022 com uma ideia central: abrigar uma família que ainda não existe. O projeto reservou um cômodo estratégico, ao lado da suíte principal, pensado para um futuro bebê. “A planta foi desenhada quando os influenciadores ainda planejavam formar uma família”, registra o jornal O GLOBO.

O quarto foi apresentado primeiro como hóspede, depois como espaço adaptável para um filho. Foi uma escolha arquitetônica e também narrativa. O ambiente ajuda a contar a história de um casal que imagina a própria maturidade afetiva em vídeo, post e story.

Com a separação em 2023, o quarto perdeu a função simbólica, mas permaneceu no concreto. A parede ergueu, a instalação elétrica entrou, o piso foi colocado. A mansão trouxe o desenho de um futuro que não se cumpriu. A venda ou o aluguel representam também o desejo de não conviver com esse registro cotidiano do que poderia ter sido.

Banheira com vista para a mata e quatro suítes

A casa, porém, não vive só de memórias afetivas. O projeto entrega um pacote completo de conforto, típico dos condomínios mais cobiçados de Alphaville. A mansão conta com quatro suítes, academia e isolamento acústico, item valorizado para quem trabalha de casa ou produz conteúdo digital.

Uma banheira com vista panorâmica para a mata, instalada a pedido de Mari, vira um dos pontos centrais do imóvel. O ambiente, pensado por ela para banhos com visual de área verde, cria uma espécie de vitrine do estilo de vida que o casal quer vender ao público: bem-estar, natureza, privacidade.

O conjunto de espaços conversa com o padrão de casas de luxo da região: ambientes amplos, entrada generosa de luz natural, área gourmet integrada, piscina e infraestrutura para receber. Mesmo sem detalhes de metragem ou valores divulgados, o recorte de acabamento e a localização indicam um imóvel voltado para o topo da pirâmide de renda.

Mercado imobiliário ganha, vínculo afetivo se encerra

Alphaville vive há anos um ciclo de expansão de imóveis de alto padrão, muitos deles associados a executivos, figuras públicas e influenciadores. A entrada de uma casa ligada a dois ex-BBBs conhecidos amplia a vitrine do bairro e tende a atrair curiosos, investidores e fãs.

A exposição da obra desde o início funciona agora como ferramenta de marketing involuntária. Quem acompanha o passo a passo da construção já conhece a fachada, o conceito dos ambientes, o detalhe da banheira com vista para a mata. Essa familiaridade pode encurtar o caminho até um comprador disposto a pagar mais pela história que vem junto com o concreto e o vidro.

Para Mari e Jonas, a mansão deixa de ser um projeto em suspenso e se torna solução prática. A decisão de vender ou alugar evita o uso do imóvel por apenas um deles, o que poderia alimentar especulação e conflito. Em vez de disputa patrimonial, o ex-casal opta por esvaziar o símbolo, transformar lembrança em negociação.

O movimento acontece enquanto Mari reorganiza a própria vida afetiva. Hoje, ela está noiva de Pipo Marques, filho do cantor Bell Marques, e segue afastada, na prática, de qualquer vínculo cotidiano com o imóvel construído ao lado de Jonas. A casa que nascia como cenário da família que ela planejava agora pertence a outra fase, a outro recorte de público.

Próximo capítulo: anúncio e repercussão

Os próximos passos passam pelo mercado. A expectativa é que a mansão entre em breve nas principais plataformas especializadas e chegue também a imobiliárias que atuam em condomínios fechados de alto padrão. Dependendo do valor pedido e do perfil do comprador ou locatário, a negociação pode se tornar novo episódio de interesse público.

O desfecho financeiro ainda é incerto, mas o desfecho simbólico já está dado. A casa que surge do desejo de formar uma família se transforma em mercadoria disputada por um público que nunca participou daquela história. O negócio encerra, em concreto, a fase do ex-casal e abre espaço para que cada um siga emendando novos projetos, em outros endereços, com outras narrativas.

 

Carregar Comentários