Quatro homens foram presos pela Polícia Militar suspeitos de participar do furto de uma joalheria na região da Sé, no centro de São Paulo. O crime aconteceu no sábado (22), e a polícia conseguiu recuperar produtos avaliados em aproximadamente R$ 60 mil.
Segundo as informações registradas pela polícia, os suspeitos teriam alugado uma sala comercial no mesmo prédio onde funcionava a joalheria. A estratégia teria sido utilizada para facilitar o acesso ao estabelecimento e a fuga após o crime.
De acordo com a ocorrência, o zelador do prédio percebeu uma movimentação suspeita e acionou a Polícia Militar. Quando perceberam a chegada dos agentes, os homens tentaram fugir do local.
Durante a perseguição, um dos suspeitos foi localizado no estacionamento de um prédio. Outros integrantes do grupo foram encontrados posteriormente, incluindo um homem que estava escondido em um banheiro no 13º andar do edifício onde ocorreu o furto.

Produtos foram recuperados
Ainda segundo o registro policial, os suspeitos teriam danificado cinco portas da joalheria para acessar o estabelecimento. Entre elas estavam quatro portas blindadas.
Após a fuga, dois veículos foram deixados para trás. Dentro dos carros, os policiais encontraram pratas, bijuterias e uma caixa com pedras semipreciosas, avaliadas em cerca de R$ 60 mil.
Também foram apreendidos diversos objetos que, segundo a investigação, estariam relacionados à ação criminosa, além dos veículos utilizados pelo grupo.
A polícia constatou ainda que os carros encontrados apresentavam placas diferentes das correspondentes aos respectivos chassis, o que acrescentou outra ocorrência ao caso.
Suspeitos foram presos em flagrante
Os quatro homens foram presos em flagrante e encaminhados para a autoridade policial. O caso foi registrado no 8º Distrito Policial, no Brás, como furto qualificado e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.
A autoridade policial solicitou a conversão das prisões em preventivas. A Justiça deverá analisar a situação dos envolvidos e decidir sobre a manutenção das prisões.
A Polícia Civil também deverá aprofundar a investigação para identificar se outras pessoas participaram do crime e esclarecer todos os detalhes da ação.
Investigação continua
Além de analisar os objetos apreendidos, os investigadores poderão utilizar imagens de câmeras de segurança e depoimentos de testemunhas para reconstruir a movimentação do grupo antes, durante e depois do furto.
A polícia também deverá verificar a origem dos veículos utilizados e investigar como os suspeitos conseguiram acesso à sala comercial localizada no mesmo prédio da joalheria.
O caso segue em investigação, e os quatro suspeitos permanecem à disposição da Justiça.