Em pleno período eleitoral, um jogo inspirado na corrida pela Presidência da República começou a viralizar nas redes sociais. Chamado “República em Disputa”, o simulador permite que o usuário assuma o comando de uma campanha e tente vencer as eleições de 2026.
A proposta vai além de simplesmente escolher um candidato. O jogador precisa definir estratégias, administrar recursos, participar de debates, decidir onde concentrar esforços e acompanhar a movimentação dos adversários pelo país.
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O projeto foi criado por João Vitor Bachini, jovem consultor de vendas do Paraná, e funciona diretamente pelo navegador, sem necessidade de instalar ou baixar o jogo.
Como funciona o República em Disputa?
O objetivo é simples de entender, mas chegar até ele exige estratégia: vencer a eleição e se tornar presidente do Brasil.
A disputa é dividida pelas 27 unidades da Federação. O jogador acompanha um mapa do país e precisa tomar decisões para aumentar a força eleitoral do candidato em diferentes regiões.
Cada turno representa aproximadamente uma semana de campanha.
Durante esse período, existem recursos limitados e o usuário pode realizar até cinco escolhas. Isso obriga o jogador a decidir onde vale a pena concentrar dinheiro, energia e estrutura.
O desempenho das estratégias influencia a receptividade do eleitorado e a evolução da candidatura ao longo da disputa.
É possível escolher candidatos ou criar um do zero
Um dos recursos que ajudaram o jogo a chamar atenção é a possibilidade de escolher entre candidatos presentes na corrida presidencial de 2026 ou montar um personagem próprio.
Ao criar um candidato personalizado, o jogador pode definir diferentes características.
É possível escolher nome, nome de urna, partido, posicionamento político, tom do discurso, base eleitoral inicial, nível de reconhecimento, região onde a candidatura começa mais forte e até a cor utilizada na campanha.
Essas escolhas funcionam como ponto de partida para a simulação.
Depois disso, começa a tentativa de conquistar apoio pelo país.
Dinheiro, energia e reputação entram na estratégia
A campanha virtual possui diferentes recursos que precisam ser administrados.
Entre eles estão verba, energia, reputação e cabos eleitorais.
O jogador precisa escolher como utilizar esses recursos e pode investir, por exemplo, em agendas de rua, rádio ou estrutura partidária.
Outra decisão importante acontece antes mesmo do início da corrida: definir se a estratégia terá maior investimento no contato presencial com os eleitores ou na internet.
Ao mesmo tempo, os adversários não permanecem parados.
Eles também circulam pelo mapa, desenvolvem suas próprias campanhas e podem ganhar ou perder força.
Isso faz com que uma estratégia que parecia funcionar em determinado momento precise ser modificada conforme a eleição virtual avança.

Debates também podem mudar a disputa
Assim como ocorre em uma campanha eleitoral real, os debates fazem parte da dinâmica do simulador.
O jogador precisa decidir como se posicionar e reagir aos adversários, enquanto acompanha a evolução das candidaturas.
Também existem estados considerados estratégicos durante a disputa. Dependendo do cenário, concentrar esforços em uma determinada região pode ser mais vantajoso do que gastar recursos em outra.
A lógica transforma o mapa eleitoral em uma espécie de tabuleiro.
Cada decisão pode fortalecer a campanha em um local e, ao mesmo tempo, significar deixar outra região menos protegida contra o avanço dos adversários.
Por que o jogo chama atenção em 2026?
O lançamento ocorre justamente quando a eleição presidencial brasileira está no centro das discussões.
Com a campanha eleitoral em andamento, pesquisas, debates, estratégias digitais, viagens pelos estados e movimentações dos candidatos fazem parte do noticiário diário.
O jogo aproveita elementos conhecidos desse universo e os transforma em mecânicas de estratégia.
O usuário deixa de apenas acompanhar uma disputa presidencial e passa, dentro da simulação, a tomar as decisões de uma campanha.
A possibilidade de criar candidatos personalizados também ampliou as combinações e ajudou o game a circular nas redes sociais.
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Jogo alerta que conteúdo é fictício e satírico
Apesar de utilizar referências à corrida eleitoral brasileira, o próprio projeto deixa claro que não deve ser tratado como ferramenta jornalística ou previsão do resultado das urnas.
A versão atual apresenta um aviso informando que se trata de uma obra fictícia, satírica e de paródia.
O simulador também afirma que não possui compromisso jornalístico, informativo ou eleitoral.
Isso significa que resultados, características e acontecimentos apresentados durante uma partida fazem parte exclusivamente da dinâmica do game e não devem ser interpretados como pesquisas eleitorais ou projeções reais.
Precisa baixar o jogo?
Não. O “República em Disputa” funciona diretamente pelo navegador, sem necessidade de download ou instalação.
Depois de acessar a plataforma, o usuário escolhe a duração da disputa e define quem será seu candidato.
A partir daí, começa a administrar a campanha e tomar decisões a cada rodada.
O resultado dependerá das estratégias adotadas durante a simulação e da maneira como os adversários virtuais avançam pelo mapa eleitoral.
ENTENDA O CONTEXTO
“República em Disputa” é um jogo de estratégia inspirado na eleição presidencial brasileira de 2026.
Criado pelo paranaense João Vitor Bachini, o simulador permite escolher candidatos da corrida eleitoral ou criar um presidenciável personalizado.
A campanha acontece pelas 27 unidades da Federação e é dividida em turnos que representam semanas da corrida eleitoral.
Durante a partida, o jogador precisa administrar recursos, decidir onde realizar agendas, escolher estratégias de comunicação, participar de debates e acompanhar os movimentos dos adversários.
Cada turno permite um número limitado de decisões, o que obriga o usuário a estabelecer prioridades para tentar crescer eleitoralmente.
O jogo funciona diretamente pelo navegador e não exige download.
Apesar das referências ao cenário político, a própria plataforma ressalta que o conteúdo é fictício e satírico e que a simulação não possui finalidade jornalística, informativa ou eleitoral.
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