Uma academia clandestina foi interditada e um homem suspeito de atuar como falso profissional de educação física foi preso nesta quarta-feira, na Ilha da Conceição, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio.
Durante a fiscalização, os agentes constataram que o estabelecimento não tinha registro de funcionamento e também não possuía identificação na fachada. O local apresentava ainda problemas estruturais e condições consideradas insalubres.
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Entenda o que aconteceu
Segundo os responsáveis pela fiscalização, a academia funcionava sem a documentação necessária e apresentava diversas irregularidades.
Os agentes encontraram equipamentos sem certificação de segurança, enferrujados e sem manutenção adequada. De acordo com a fiscalização, as condições poderiam representar riscos à integridade física e à saúde das pessoas que frequentavam o espaço.
O estabelecimento foi interditado imediatamente após a identificação das irregularidades.
Homem não tinha registro no CREF
Durante a ação, os agentes também constataram que as atividades físicas eram orientadas por um homem que não possuía registro profissional no Conselho Regional de Educação Física (CREF).
Ele foi conduzido à 76ª DP (Centro) para prestar esclarecimentos sobre o exercício da atividade e as demais irregularidades encontradas no local.
Equipamentos não podem ser utilizados
Após a interdição, os equipamentos da academia ficaram sob responsabilidade do homem, na condição de fiel depositário.
Os aparelhos não poderão ser utilizados até que o estabelecimento seja regularizado, a interdição seja revogada e sejam cumpridas as exigências do Conselho Regional de Educação Física.
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Operação começou após denúncias
A fiscalização aconteceu depois de denúncias anônimas encaminhadas pelo Disque Denúncia.
A ação foi realizada em parceria com a Prefeitura de Niterói e reuniu equipes do Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGIM), Vigilância Sanitária, Conselho Regional de Educação Física e 12º BPM (Niterói).
A operação faz parte da Operação Pharmakon, voltada à fiscalização e ao combate de irregularidades.
Entenda o contexto
A fiscalização identificou problemas relacionados tanto ao funcionamento do estabelecimento quanto à atuação profissional no local.
Além da falta de registro e das condições estruturais apontadas pelos agentes, a atividade física era orientada por uma pessoa sem registro profissional no CREF. Por isso, o espaço foi interditado e o homem foi levado à delegacia para prestar esclarecimentos.
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