O Supremo Tribunal Federal (STF) utilizou, nesta terça-feira (15/9), uma arma antidrone para interceptar um equipamento não autorizado que sobrevoava os arredores da Corte. O recurso foi empregado durante a sessão que analisava a possibilidade de abertura de investigação envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.
A arma antidrone utilizada na operação foi adquirida pelo STF após os ataques de 8 de Janeiro. A interceptação do equipamento foi noticiada inicialmente por uma coluna do portal Metrópoles.
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Equipamento faz parte da estrutura permanente de segurança
Segundo o STF, o uso de armas antidrone integra as medidas adotadas para proteger as instalações, autoridades, servidores e o público que circula pela Corte.
A estrutura de segurança também conta com outras tecnologias voltadas à identificação e ao controle de drones, além de sistemas destinados ao controle de acesso e à identificação de objetos e materiais.
STF modernizou sistemas de segurança
A Corte informou que utiliza equipamentos que permitem realizar a inspeção de pessoas de forma mais ágil, sem depender dos procedimentos convencionais adotados em pórticos tradicionais.
“Entre os recursos utilizados estão tecnologias de detecção e controle de drones, além de sistemas modernos de controle de acesso e identificação de objetos e materiais, com equipamentos que permitem inspeção de pessoas de forma mais ágil e sem a necessidade dos procedimentos convencionais adotados em pórticos tradicionais”, explicou o STF.
De acordo com o Supremo, a utilização dos equipamentos é definida conforme as necessidades de cada situação. Os recursos fazem parte da estrutura permanente de segurança da Corte.
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Segurança foi reforçada durante julgamento
Além da estrutura própria do STF, a sessão desta terça-feira contou com um forte esquema de segurança montado pelas equipes da Segurança Pública do Distrito Federal e da Polícia Judicial da Corte.
A operação ocorreu enquanto os ministros analisavam o caso envolvendo Moraes e Vorcaro. A discussão foi interrompida sem uma definição sobre o assunto após o ministro Flávio Dino pedir vista do processo.
Sessão terminou sem decisão sobre investigação
O julgamento analisava a possibilidade de abertura de uma investigação contra Alexandre de Moraes a partir de informações relacionadas a mensagens trocadas com Daniel Vorcaro.
Com o pedido de vista apresentado por Dino, a análise do caso foi suspensa e não houve definição do plenário nesta terça-feira.
Entenda o contexto
A segurança do STF foi reforçada para a sessão desta terça-feira, que já era acompanhada por medidas especiais de proteção nos arredores da Corte. Entre os equipamentos utilizados está a arma antidrone, adquirida após os ataques de 8 de Janeiro.
O recurso foi acionado durante o julgamento para interceptar um equipamento não autorizado nos arredores do Supremo.
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