A mãe de João Munhoz Neto, namorado da estudante de Direito Isabelle Caracristi, foi exonerada do cargo comissionado que ocupava no Governo do Ceará. Sara Regina Alexandre Munhoz atuava na Secretaria da Administração Penitenciária e Ressocialização (SAP) do estado.
A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado durante o avanço das investigações sobre a morte de Isabelle, de 22 anos, encontrada morta em um condomínio em Fortaleza. João Munhoz foi preso preventivamente e é investigado no caso.
Mãe de João Munhoz deixa cargo no governo estadual
Sara Regina Alexandre Munhoz ocupava um cargo comissionado na Coordenadoria de Execução da Saúde Prisional (Cosap), vinculada à Secretaria da Administração Penitenciária e Ressocialização do Ceará.
A exoneração foi publicada no Diário Oficial do Estado e assinada pelo secretário da pasta. O ato administrativo não informa o motivo da saída do cargo.
A decisão ocorre em meio à repercussão do caso envolvendo a morte de Isabelle Caracristi e às diligências realizadas pela Polícia Civil do Ceará.
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Equipamentos da mãe de João foram apreendidos
Durante a investigação, a Polícia Civil do Ceará apreendeu um celular e um tablet pertencentes a Sara Regina Munhoz.
A apreensão ocorreu durante uma diligência realizada no domingo (20), quando ela foi localizada na praia de Cumbuco, em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza.
Os equipamentos foram encaminhados para análise pericial dentro da investigação que apura as circunstâncias da morte da estudante.
Namorado de Isabelle foi preso preventivamente
João Munhoz Neto, de 34 anos, namorado de Isabelle Caracristi, foi preso preventivamente na terça-feira (22).
A prisão ocorreu durante a investigação conduzida pela Polícia Civil do Ceará. O caso corre sob sigilo e a polícia analisa diferentes elementos, incluindo depoimentos, imagens de câmeras de segurança e materiais apreendidos.
A defesa de João contesta a prisão e apresenta sua versão sobre os fatos.
Morte de Isabelle é investigada pela Polícia Civil
Isabelle Caracristi, de 22 anos, foi encontrada morta no dia 13 de setembro em um condomínio no bairro Aldeota, em Fortaleza.
A estudante de Direito morreu após cair de um andar elevado do prédio onde morava com o namorado e familiares dele.
Exames periciais apontaram lesões compatíveis com impacto contra o solo. A investigação segue para esclarecer a dinâmica da morte e a eventual participação de envolvidos.
Caso ganhou repercussão após relatos da família
A morte da estudante ganhou repercussão nacional após a mãe de Isabelle, Isorlanda Caracristi, publicar relatos cobrando esclarecimentos sobre o caso.
A família afirmou que buscava respostas sobre as circunstâncias da morte da jovem e passou a acompanhar o andamento da investigação.
A Polícia Civil segue reunindo informações para esclarecer todos os detalhes do ocorrido.
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Entenda o contexto
Isabelle Caracristi, de 22 anos, foi encontrada morta em um condomínio de Fortaleza no dia 13 de setembro. Desde então, a Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte.
O namorado da estudante, João Munhoz Neto, passou a ser investigado e teve a prisão preventiva decretada. A polícia também realizou diligências envolvendo pessoas próximas ao investigado.
A exoneração de Sara Regina Alexandre Munhoz ocorreu enquanto a investigação avançava, mas o ato administrativo não informou relação direta entre a saída do cargo e o caso criminal.
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