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Polícia Federal encontrou centenas de iPhones e outros produtos importados durante uma operação em um prédio de 12 andares na região da Sé, no centro de São Paulo, nesta quarta-feira (23). O edifício inteiro era utilizado para armazenar grandes quantidades de mercadorias que agora são analisadas pelas autoridades.
A ação faz parte da Operação Dédalo e mobilizou também a Receita Federal e a Polícia Militar. Além dos celulares, foram encontradas camisetas da Seleção Brasileira, ferramentas elétricas e outros produtos. A investigação apura possíveis crimes de contrabando, descaminho e outros ilícitos.
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Prédio tinha 12 andares ocupados por mercadorias
A quantidade de produtos encontrados chamou a atenção das equipes envolvidas na operação.
Segundo as informações da investigação, as mercadorias estavam distribuídas pelos 12 andares do edifício, localizado na Rua Boa Vista, na região da Sé, próximo a uma agência dos Correios e à Associação Comercial.
Entre os itens encontrados estavam centenas de aparelhos iPhone, além de roupas e equipamentos elétricos.
Devido ao tamanho do prédio e ao volume de produtos armazenados, foi necessário montar uma logística específica para realizar os trabalhos de fiscalização e apreensão.
Ocorrência da PM levou autoridades ao prédio
A descoberta ocorreu depois que policiais militares atenderam uma ocorrência no endereço e identificaram uma grande quantidade de produtos aparentemente sem documentação fiscal dentro do imóvel.
Diante da situação encontrada, outras autoridades foram acionadas para avaliar a procedência das mercadorias.
A partir daí, a Polícia Federal passou a realizar as medidas de polícia judiciária relacionadas ao caso.
Centenas de iPhones estavam no imóvel
Imagens da operação mostram uma grande quantidade de caixas de celulares armazenadas no prédio.
Os iPhones estavam entre os produtos encontrados pelas equipes, mas as autoridades ainda não divulgaram uma estimativa oficial do valor total das mercadorias apreendidas.
Também foram localizados identificadores relacionados à Anatel, que deverão ser analisados durante a investigação.
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Receita Federal participa da operação
A Operação Dédalo conta com apoio da Divisão de Vigilância e Repressão ao Contrabando e Descaminho da Receita Federal.
O órgão ficará responsável pelos procedimentos fiscais e aduaneiros relacionados às mercadorias encontradas.
A Polícia Militar, por sua vez, ficou responsável pelo policiamento e pela segurança do edifício durante os trabalhos das equipes.
Mercadorias foram apreendidas
Os produtos encontrados foram apreendidos e deverão passar por fiscalização e outras análises para que as autoridades determinem a origem e a regularidade da entrada das mercadorias no país.
A investigação também deverá buscar identificar os responsáveis pelos produtos e esclarecer como funcionava a estrutura de armazenamento e distribuição.
Até a última atualização, não havia sido divulgado um balanço com a quantidade total de mercadorias ou o valor estimado da apreensão.
PF investiga contrabando e descaminho
A Polícia Federal informou que realiza medidas destinadas à apuração de possíveis crimes de contrabando, descaminho e outros ilícitos que eventualmente sejam identificados durante a análise do material.
Contrabando e descaminho são crimes distintos. Em linhas gerais, o contrabando envolve mercadorias cuja importação ou exportação é proibida, enquanto o descaminho está relacionado à entrada ou saída de produtos permitidos com fraude no pagamento de tributos.
A definição dos crimes eventualmente praticados dependerá da análise das mercadorias e do avanço da investigação.
Entenda o contexto
A Operação Dédalo ocorreu nesta quarta-feira (23), após autoridades identificarem um grande volume de mercadorias aparentemente sem documentação fiscal em um edifício de 12 andares no centro de São Paulo.
A dimensão do depósito exigiu uma estrutura específica para que policiais e servidores da Receita Federal conseguissem realizar a fiscalização e a apreensão dos produtos.
Agora, as autoridades trabalham para identificar a procedência das mercadorias, os responsáveis pelo armazenamento e a eventual existência de uma estrutura de importação e comercialização irregular.
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