Entenda O Contexto
A PrEP injetável de longa duração é considerada uma das novas estratégias estudadas para ampliar a prevenção do HIV.
O estudo ImPrEP CAB Brasil buscou analisar não apenas o desempenho do medicamento, mas também a aceitação e a continuidade do uso em serviços públicos.
Os resultados indicam maior cobertura preventiva entre participantes que escolheram o cabotegravir, mas a adoção em larga escala depende das avaliações regulatórias e econômicas. :chatgpt-content-reference{index=”6″}
AS MAIS LIDAS DO NC NEWS:
Rick deixa dois filhos e quatro netos após quatro décadas ao lado da esposa
Conselho do MPF vai decidir se Gonet pode seguir no caso Master após mensagens e foto com Vorcaro
Polícia prende ladrões que roubaram celular de ex-dirigente do São Paulo
Prevenção continua combinando diferentes estratégias
Especialistas destacam que a prevenção do HIV envolve diferentes ferramentas, como testagem, preservativos, tratamento das pessoas vivendo com HIV e estratégias de PrEP.
A disponibilidade de diferentes formatos pode ajudar a atender pessoas com necessidades e rotinas distintas.
O estudo da Fiocruz avalia justamente como uma nova opção pode funcionar na prática dos serviços de saúde brasileiros.
Entenda O Contexto
A PrEP injetável de longa duração é considerada uma das novas estratégias estudadas para ampliar a prevenção do HIV.
O estudo ImPrEP CAB Brasil buscou analisar não apenas o desempenho do medicamento, mas também a aceitação e a continuidade do uso em serviços públicos.
Os resultados indicam maior cobertura preventiva entre participantes que escolheram o cabotegravir, mas a adoção em larga escala depende das avaliações regulatórias e econômicas. :chatgpt-content-reference{index=”6″}
AS MAIS LIDAS DO NC NEWS:
Rick deixa dois filhos e quatro netos após quatro décadas ao lado da esposa
Conselho do MPF vai decidir se Gonet pode seguir no caso Master após mensagens e foto com Vorcaro
Polícia prende ladrões que roubaram celular de ex-dirigente do São Paulo
PrEP injetável ainda precisa passar por avaliação para o SUS
Apesar dos resultados positivos, o cabotegravir injetável ainda não está disponível de forma ampla no SUS.
A tecnologia precisa passar pelos procedimentos de avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), que analisa evidências científicas, custos e impacto para o sistema público.
A eventual incorporação depende da conclusão desse processo.
Prevenção continua combinando diferentes estratégias
Especialistas destacam que a prevenção do HIV envolve diferentes ferramentas, como testagem, preservativos, tratamento das pessoas vivendo com HIV e estratégias de PrEP.
A disponibilidade de diferentes formatos pode ajudar a atender pessoas com necessidades e rotinas distintas.
O estudo da Fiocruz avalia justamente como uma nova opção pode funcionar na prática dos serviços de saúde brasileiros.
Entenda O Contexto
A PrEP injetável de longa duração é considerada uma das novas estratégias estudadas para ampliar a prevenção do HIV.
O estudo ImPrEP CAB Brasil buscou analisar não apenas o desempenho do medicamento, mas também a aceitação e a continuidade do uso em serviços públicos.
Os resultados indicam maior cobertura preventiva entre participantes que escolheram o cabotegravir, mas a adoção em larga escala depende das avaliações regulatórias e econômicas. :chatgpt-content-reference{index=”6″}
AS MAIS LIDAS DO NC NEWS:
Rick deixa dois filhos e quatro netos após quatro décadas ao lado da esposa
Conselho do MPF vai decidir se Gonet pode seguir no caso Master após mensagens e foto com Vorcaro
Polícia prende ladrões que roubaram celular de ex-dirigente do São Paulo
Um estudo conduzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostrou que a PrEP injetável de longa duração teve alta adesão e esteve associada a uma menor incidência de novas infecções pelo HIV quando comparada à modalidade oral acompanhada na rotina do Sistema Único de Saúde (SUS).
A pesquisa avaliou o uso do cabotegravir injetável, aplicado em intervalos de dois meses após as doses iniciais, e analisou como a estratégia funcionou em condições reais de atendimento em serviços públicos brasileiros.
O estudo ImPrEP CAB Brasil foi publicado na revista científica The Lancet HIV e acompanhou participantes em seis cidades brasileiras. Os pesquisadores ressaltam que os resultados mostram a viabilidade da implementação da tecnologia, mas a incorporação definitiva ao SUS ainda depende das etapas formais de avaliação. :chatgpt-content-reference{index=”1″}
VEJA TAMBÉM:
Veja outras notícias de saúde no NC News
Como funciona a PrEP injetável contra o HIV?
A PrEP, sigla para profilaxia pré-exposição, é uma estratégia de prevenção indicada para pessoas que não vivem com HIV, mas possuem risco aumentado de exposição ao vírus.
Atualmente, o SUS oferece a PrEP oral, feita com comprimidos que precisam ser tomados regularmente para garantir proteção adequada.
O cabotegravir injetável muda essa rotina ao permitir que a prevenção seja realizada por aplicações periódicas, reduzindo a necessidade de lembrar diariamente do medicamento.
Estudo acompanhou mais de 3 mil participantes
A pesquisa analisou dados de 3.096 participantes acompanhados entre 2023 e 2025.
Os participantes tinham entre 18 e 30 anos e foram acompanhados em serviços de saúde de Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas, Florianópolis, Salvador e Manaus.
O grupo avaliado incluiu principalmente homens cisgênero, além de pessoas não binárias designadas do sexo masculino ao nascer e homens e mulheres trans que fazem sexo com homens. :chatgpt-content-reference{index=”2″}
Adesão chegou a 90,8% dos dias acompanhados
Um dos principais resultados do estudo foi a diferença no tempo em que os participantes permaneceram cobertos pela prevenção.
No grupo que escolheu o cabotegravir injetável, a cobertura da PrEP alcançou 90,8% dos dias acompanhados.
No grupo acompanhado com a PrEP oral disponível no SUS, a cobertura foi de 35,5% dos dias.
Os pesquisadores apontam que a aplicação periódica pode facilitar a continuidade da prevenção porque reduz a necessidade de lembrar diariamente do uso do medicamento. :chatgpt-content-reference{index=”3″}
Incidência de HIV foi menor entre usuários da injeção
Durante o acompanhamento, foram registradas três novas infecções pelo HIV entre participantes que escolheram o cabotegravir injetável.
A incidência observada nesse grupo foi de 0,20 caso por 100 pessoas ao ano.
Na coorte comparativa formada por pessoas que utilizaram a PrEP oral do SUS, foram registradas 18 novas infecções, com incidência de 1,48 caso por 100 pessoas ao ano.
Os autores destacam que a comparação deve considerar diferenças entre os grupos, já que a escolha do método não foi feita por sorteio. :chatgpt-content-reference{index=”4″}
LEIA TAMBÉM:
Confira mais conteúdos sobre ciência e saúde no NC News
92% das aplicações foram feitas no prazo
A adesão às aplicações do cabotegravir também foi avaliada pelos pesquisadores.
Cerca de 92% das injeções foram realizadas dentro do período previsto pelo estudo.
O efeito adverso mais frequente foi reação no local da aplicação, geralmente considerada leve ou moderada pelos participantes.
O estudo registrou que eventos adversos graves foram acompanhados pelos pesquisadores, com avaliação da relação com o medicamento. :chatgpt-content-reference{index=”5″}
PrEP injetável ainda precisa passar por avaliação para o SUS
Apesar dos resultados positivos, o cabotegravir injetável ainda não está disponível de forma ampla no SUS.
A tecnologia precisa passar pelos procedimentos de avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), que analisa evidências científicas, custos e impacto para o sistema público.
A eventual incorporação depende da conclusão desse processo.
Prevenção continua combinando diferentes estratégias
Especialistas destacam que a prevenção do HIV envolve diferentes ferramentas, como testagem, preservativos, tratamento das pessoas vivendo com HIV e estratégias de PrEP.
A disponibilidade de diferentes formatos pode ajudar a atender pessoas com necessidades e rotinas distintas.
O estudo da Fiocruz avalia justamente como uma nova opção pode funcionar na prática dos serviços de saúde brasileiros.
Entenda O Contexto
A PrEP injetável de longa duração é considerada uma das novas estratégias estudadas para ampliar a prevenção do HIV.
O estudo ImPrEP CAB Brasil buscou analisar não apenas o desempenho do medicamento, mas também a aceitação e a continuidade do uso em serviços públicos.
Os resultados indicam maior cobertura preventiva entre participantes que escolheram o cabotegravir, mas a adoção em larga escala depende das avaliações regulatórias e econômicas. :chatgpt-content-reference{index=”6″}
AS MAIS LIDAS DO NC NEWS:
Rick deixa dois filhos e quatro netos após quatro décadas ao lado da esposa
Conselho do MPF vai decidir se Gonet pode seguir no caso Master após mensagens e foto com Vorcaro
Polícia prende ladrões que roubaram celular de ex-dirigente do São Paulo