PrEP injetável tem alta adesão e reduz incidência de HIV em estudo da Fiocruz

Pesquisa brasileira acompanhou mais de 3 mil pessoas e mostrou maior tempo de proteção com cabotegravir aplicado a cada dois meses em comparação com a PrEP oral do SUS.
Redação NC News
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Entenda O Contexto

A PrEP injetável de longa duração é considerada uma das novas estratégias estudadas para ampliar a prevenção do HIV.

O estudo ImPrEP CAB Brasil buscou analisar não apenas o desempenho do medicamento, mas também a aceitação e a continuidade do uso em serviços públicos.

Os resultados indicam maior cobertura preventiva entre participantes que escolheram o cabotegravir, mas a adoção em larga escala depende das avaliações regulatórias e econômicas. :chatgpt-content-reference{index=”6″}

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Prevenção continua combinando diferentes estratégias

Especialistas destacam que a prevenção do HIV envolve diferentes ferramentas, como testagem, preservativos, tratamento das pessoas vivendo com HIV e estratégias de PrEP.

A disponibilidade de diferentes formatos pode ajudar a atender pessoas com necessidades e rotinas distintas.

O estudo da Fiocruz avalia justamente como uma nova opção pode funcionar na prática dos serviços de saúde brasileiros.

Entenda O Contexto

A PrEP injetável de longa duração é considerada uma das novas estratégias estudadas para ampliar a prevenção do HIV.

O estudo ImPrEP CAB Brasil buscou analisar não apenas o desempenho do medicamento, mas também a aceitação e a continuidade do uso em serviços públicos.

Os resultados indicam maior cobertura preventiva entre participantes que escolheram o cabotegravir, mas a adoção em larga escala depende das avaliações regulatórias e econômicas. :chatgpt-content-reference{index=”6″}

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PrEP injetável ainda precisa passar por avaliação para o SUS

Apesar dos resultados positivos, o cabotegravir injetável ainda não está disponível de forma ampla no SUS.

A tecnologia precisa passar pelos procedimentos de avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), que analisa evidências científicas, custos e impacto para o sistema público.

A eventual incorporação depende da conclusão desse processo.

Prevenção continua combinando diferentes estratégias

Especialistas destacam que a prevenção do HIV envolve diferentes ferramentas, como testagem, preservativos, tratamento das pessoas vivendo com HIV e estratégias de PrEP.

A disponibilidade de diferentes formatos pode ajudar a atender pessoas com necessidades e rotinas distintas.

O estudo da Fiocruz avalia justamente como uma nova opção pode funcionar na prática dos serviços de saúde brasileiros.

Entenda O Contexto

A PrEP injetável de longa duração é considerada uma das novas estratégias estudadas para ampliar a prevenção do HIV.

O estudo ImPrEP CAB Brasil buscou analisar não apenas o desempenho do medicamento, mas também a aceitação e a continuidade do uso em serviços públicos.

Os resultados indicam maior cobertura preventiva entre participantes que escolheram o cabotegravir, mas a adoção em larga escala depende das avaliações regulatórias e econômicas. :chatgpt-content-reference{index=”6″}

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Um estudo conduzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostrou que a PrEP injetável de longa duração teve alta adesão e esteve associada a uma menor incidência de novas infecções pelo HIV quando comparada à modalidade oral acompanhada na rotina do Sistema Único de Saúde (SUS).

A pesquisa avaliou o uso do cabotegravir injetável, aplicado em intervalos de dois meses após as doses iniciais, e analisou como a estratégia funcionou em condições reais de atendimento em serviços públicos brasileiros.

O estudo ImPrEP CAB Brasil foi publicado na revista científica The Lancet HIV e acompanhou participantes em seis cidades brasileiras. Os pesquisadores ressaltam que os resultados mostram a viabilidade da implementação da tecnologia, mas a incorporação definitiva ao SUS ainda depende das etapas formais de avaliação. :chatgpt-content-reference{index=”1″}

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Como funciona a PrEP injetável contra o HIV?

A PrEP, sigla para profilaxia pré-exposição, é uma estratégia de prevenção indicada para pessoas que não vivem com HIV, mas possuem risco aumentado de exposição ao vírus.

Atualmente, o SUS oferece a PrEP oral, feita com comprimidos que precisam ser tomados regularmente para garantir proteção adequada.

O cabotegravir injetável muda essa rotina ao permitir que a prevenção seja realizada por aplicações periódicas, reduzindo a necessidade de lembrar diariamente do medicamento.

Estudo acompanhou mais de 3 mil participantes

A pesquisa analisou dados de 3.096 participantes acompanhados entre 2023 e 2025.

Os participantes tinham entre 18 e 30 anos e foram acompanhados em serviços de saúde de Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas, Florianópolis, Salvador e Manaus.

O grupo avaliado incluiu principalmente homens cisgênero, além de pessoas não binárias designadas do sexo masculino ao nascer e homens e mulheres trans que fazem sexo com homens. :chatgpt-content-reference{index=”2″}

Adesão chegou a 90,8% dos dias acompanhados

Um dos principais resultados do estudo foi a diferença no tempo em que os participantes permaneceram cobertos pela prevenção.

No grupo que escolheu o cabotegravir injetável, a cobertura da PrEP alcançou 90,8% dos dias acompanhados.

No grupo acompanhado com a PrEP oral disponível no SUS, a cobertura foi de 35,5% dos dias.

Os pesquisadores apontam que a aplicação periódica pode facilitar a continuidade da prevenção porque reduz a necessidade de lembrar diariamente do uso do medicamento. :chatgpt-content-reference{index=”3″}

Incidência de HIV foi menor entre usuários da injeção

Durante o acompanhamento, foram registradas três novas infecções pelo HIV entre participantes que escolheram o cabotegravir injetável.

A incidência observada nesse grupo foi de 0,20 caso por 100 pessoas ao ano.

Na coorte comparativa formada por pessoas que utilizaram a PrEP oral do SUS, foram registradas 18 novas infecções, com incidência de 1,48 caso por 100 pessoas ao ano.

Os autores destacam que a comparação deve considerar diferenças entre os grupos, já que a escolha do método não foi feita por sorteio. :chatgpt-content-reference{index=”4″}

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92% das aplicações foram feitas no prazo

A adesão às aplicações do cabotegravir também foi avaliada pelos pesquisadores.

Cerca de 92% das injeções foram realizadas dentro do período previsto pelo estudo.

O efeito adverso mais frequente foi reação no local da aplicação, geralmente considerada leve ou moderada pelos participantes.

O estudo registrou que eventos adversos graves foram acompanhados pelos pesquisadores, com avaliação da relação com o medicamento. :chatgpt-content-reference{index=”5″}

PrEP injetável ainda precisa passar por avaliação para o SUS

Apesar dos resultados positivos, o cabotegravir injetável ainda não está disponível de forma ampla no SUS.

A tecnologia precisa passar pelos procedimentos de avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), que analisa evidências científicas, custos e impacto para o sistema público.

A eventual incorporação depende da conclusão desse processo.

Prevenção continua combinando diferentes estratégias

Especialistas destacam que a prevenção do HIV envolve diferentes ferramentas, como testagem, preservativos, tratamento das pessoas vivendo com HIV e estratégias de PrEP.

A disponibilidade de diferentes formatos pode ajudar a atender pessoas com necessidades e rotinas distintas.

O estudo da Fiocruz avalia justamente como uma nova opção pode funcionar na prática dos serviços de saúde brasileiros.

Entenda O Contexto

A PrEP injetável de longa duração é considerada uma das novas estratégias estudadas para ampliar a prevenção do HIV.

O estudo ImPrEP CAB Brasil buscou analisar não apenas o desempenho do medicamento, mas também a aceitação e a continuidade do uso em serviços públicos.

Os resultados indicam maior cobertura preventiva entre participantes que escolheram o cabotegravir, mas a adoção em larga escala depende das avaliações regulatórias e econômicas. :chatgpt-content-reference{index=”6″}

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