Rodrigo Pacheco foi nomeado ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) após ter sua indicação aprovada pelo Senado e pela Câmara dos Deputados. O senador ocupará a cadeira que ficou disponível após a renúncia de Bruno Dantas.
A indicação recebeu 63 votos favoráveis e quatro contrários no Senado. No dia seguinte, a Câmara aprovou o nome por 404 votos a favor, 61 contra e uma abstenção. Com a decisão das duas Casas, foram concluídas as etapas de análise pelo Congresso.
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Vaga foi aberta após saída de Bruno Dantas
Pacheco ocupará a cadeira deixada por Bruno Dantas, que decidiu antecipar sua saída do tribunal. A vaga havia sido destinada ao Senado, que apresentou o nome do ex-presidente da Casa para substituí-lo.
Apoio veio de governistas e oposição
A indicação de Pacheco contou com apoio de parlamentares de diferentes grupos políticos. No Senado, o processo foi acelerado após um requerimento de urgência, permitindo que a indicação avançasse diretamente para votação em plenário.
Ex-presidente do Senado já foi cotado para o STF
Antes da indicação ao TCU, Pacheco chegou a ser considerado para ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal. A vaga, porém, acabou sendo preenchida por Jorge Messias, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Pacheco está no primeiro mandato como senador e comandou o Senado entre 2021 e 2024. A ida para o TCU ocorre após ele recusar o convite para disputar o governo de Minas Gerais.
Como funciona a composição do TCU
O Tribunal de Contas da União é formado por nove ministros. Três são escolhidos pelo Senado, três pela Câmara dos Deputados e outros três são indicados pelo presidente da República, com aprovação do Senado.