Elis, uma das gêmeas com síndrome rara de envelhecimento precoce, morre aos cinco anos

Menina vivia em Boa Vista com a irmã Eloá, também diagnosticada com progéria; família comunicou a morte nesta quarta-feira (30)
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Elis Lima Carneiro, uma das gêmeas brasileiras diagnosticadas com a síndrome de Hutchinson-Gilford, conhecida como progéria, morreu nesta quarta-feira (30), aos cinco anos, em Boa Vista, Roraima. A morte foi comunicada pela família nas redes sociais.

Elis e a irmã gêmea, Eloá, ficaram conhecidas pela história das duas crianças que conviviam com uma condição genética extremamente rara. A família compartilhava a rotina das meninas e informações sobre a doença nas redes sociais.

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Família comunica morte de Elis

A despedida foi anunciada pela família, que acompanhava de perto a rotina das meninas e compartilhava momentos das duas nas redes sociais.

Elis e Eloá eram diagnosticadas com a síndrome de Hutchinson-Gilford, uma condição genética rara que provoca envelhecimento acelerado do organismo.

Gêmeas acumularam mais de um milhão de seguidores nas redes sociais.
Gêmeas acumularam mais de um milhão de seguidores nas redes sociais.

Gêmeas foram diagnosticadas ainda na infância

Elis e Eloá receberam o diagnóstico da síndrome ainda nos primeiros meses de vida. A família percebeu alterações quando as meninas tinham cerca de quatro meses, entre elas queda de cabelo e mudanças na aparência da pele.

O caso ganhou destaque pela raridade e pela história das duas irmãs, que cresceram juntas sob acompanhamento médico e com o apoio da família.

O que é a progéria

A síndrome de Hutchinson-Gilford é uma doença genética rara que provoca envelhecimento acelerado do organismo. A condição está relacionada a uma alteração genética que leva à produção de uma proteína anormal chamada progerina.

Entre as características associadas à síndrome estão queda de cabelo, alterações na pele, perda de gordura corporal, baixa estatura e problemas no desenvolvimento. A doença também pode provocar complicações cardiovasculares e outras alterações que afetam diferentes sistemas do organismo.

História das irmãs ganhou as redes sociais

A rotina de Elis e Eloá passou a ser acompanhada por milhares de pessoas depois que a família começou a compartilhar vídeos e registros do dia a dia das meninas.

As publicações mostravam momentos de brincadeiras, atividades familiares e também o acompanhamento médico das duas. A história ajudou a ampliar a discussão sobre doenças raras.

Elis deixa a irmã Eloá

Elis e Eloá cresceram juntas e compartilhavam a rotina familiar mesmo diante das limitações provocadas pela síndrome. Nos últimos meses, as duas chegaram a passar períodos separadas por causa de internações e cuidados médicos.

Após a morte de Elis, familiares e pessoas que acompanhavam a trajetória das meninas prestaram homenagens nas redes sociais.

Próximos passos

A família organiza a despedida de Elis em Boa Vista. Informações sobre o velório e o sepultamento devem ser divulgadas pelos familiares.

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