Maria Eduarda Santana Nascimento, de 24 anos, morreu após ser atingida por um disparo durante uma tentativa de assalto na Estrada de Itapecerica, na Zona Sul de São Paulo. Conhecida como Duda por familiares e amigos, ela estava dentro do próprio carro e seguia para o trabalho quando foi envolvida no confronto.
A jovem faria 25 anos na próxima terça-feira (6). A morte aconteceu na quinta-feira (1º), depois que um criminoso em uma motocicleta abordou uma motorista na região. Um investigador da Polícia Civil que estava nas proximidades interveio na ocorrência e houve troca de tiros.

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Maria Eduarda estava a caminho do trabalho
Segundo as informações reunidas durante a investigação, Maria Eduarda dirigia um carro vermelho quando foi atingida durante a tentativa de assalto. O disparo atingiu a região da cabeça e ela foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.
O assaltante também foi baleado durante a intervenção policial e morreu. Um revólver calibre .32 foi localizado e apreendido pelas autoridades.
Jovem era conhecida como Duda
Maria Eduarda era conhecida pelos amigos como Duda. Segundo relatos divulgados após a morte, ela era descrita por pessoas próximas como uma jovem com muitos planos e que estava prestes a completar 25 anos.
A família recebeu a notícia da morte enquanto a investigação ainda buscava esclarecer exatamente de onde partiu o disparo que atingiu a jovem.
Perícia tenta descobrir origem do tiro
Um dos principais pontos da investigação é determinar qual arma efetuou o disparo fatal. A Polícia Civil analisa imagens de câmeras de segurança, vestígios encontrados no veículo e outros elementos da cena do crime.
As armas envolvidas na ocorrência também foram encaminhadas para perícia. O objetivo é comparar os projéteis e reconstruir a trajetória dos disparos realizados durante o confronto.
Policial prestou depoimento
O investigador que interveio na tentativa de assalto prestou depoimento e teve a arma encaminhada para análise. A Corregedoria da Polícia Civil acompanha o caso, procedimento adotado em ocorrências que envolvem agentes da corporação.
Segundo o relato apresentado pelo policial, houve reação do criminoso durante a intervenção. A dinâmica, porém, ainda está sendo apurada pelas autoridades.
Caso é investigado pelo DHPP
O Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) assumiu a investigação. A apuração deverá esclarecer a sequência dos acontecimentos, a participação do assaltante e do policial e, principalmente, a origem do disparo que matou Maria Eduarda.
Até a conclusão da perícia, não é possível afirmar de qual arma partiu o tiro que atingiu a jovem.
Próximos passos
A Polícia Civil deve continuar analisando as imagens de segurança, os laudos periciais e os depoimentos das testemunhas. O objetivo é reconstruir toda a dinâmica do confronto e esclarecer as circunstâncias da morte de Maria Eduarda.