O deputado argentino Esteban Paulón teve o celular roubado enquanto concedia uma entrevista ao vivo nas ruas de São Paulo, neste sábado (3). O parlamentar estava no Brasil para acompanhar as Eleições 2026 quando foi surpreendido durante a transmissão.
Paulón participava de uma entrevista por videoconferência com a Rádio Rebelde, da Argentina, e utilizava o próprio celular para conversar com os apresentadores. No momento em que encerrava uma análise sobre o cenário eleitoral brasileiro, o aparelho foi arrancado de suas mãos.
A transmissão, porém, não foi interrompida imediatamente. O celular continuou conectado e a câmera registrou parte da fuga e chegou a mostrar o rosto do homem que levou o aparelho.
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Roubo aconteceu durante entrevista
O parlamentar conversava com o programa La Excepción a la Regla, da Rádio Rebelde, quando o episódio aconteceu.
Pouco antes do roubo, Paulón comentava as eleições brasileiras. Após o aparelho ser levado, ainda foi possível ouvir a reação do deputado porque os fones de ouvido permaneceram conectados ao telefone por alguns instantes.
A câmera passou a mostrar imagens do céu e de prédios enquanto o suspeito deixava o local. Em determinado momento, o homem que estava com o aparelho apareceu diante da câmera.
Os integrantes do programa perceberam o que havia acontecido e acompanharam a situação durante a própria transmissão.
Deputado publicou vídeo do momento
Depois do episódio, Paulón compartilhou nas redes sociais o trecho da entrevista que registrou o roubo.
“Fazendo uma entrevista de rádio em São Paulo, roubaram meu celular.”
O vídeo repercutiu nas redes sociais justamente porque a transmissão permaneceu ativa depois que o aparelho foi levado.
Paulón integra o bloco Províncias Unidas na Câmara dos Deputados da Argentina e estava em São Paulo para acompanhar o processo eleitoral brasileiro.
Paulón reage após repercussão
Depois que o caso ganhou repercussão, o parlamentar também se manifestou sobre comentários políticos relacionados ao episódio.
Paulón afirmou que não concordava com tentativas de utilizar o roubo para fazer associações político-eleitorais e voltou a declarar publicamente seu apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O parlamentar não relatou ter sofrido ferimentos durante o episódio.