Quem são os candidatos ao Senado pelo Rio? Veja nomes e números para votar

Eleitores fluminenses escolhem dois senadores neste domingo; disputa reúne nomes como Benedita da Silva, Carlos Jordy, Carlos Portinho, Crivella, Pedro Paulo e Waguinho
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Quinze candidatos aparecem na disputa pelas duas vagas do Rio de Janeiro no Senado nas Eleições 2026. Neste domingo (4), diferentemente de 2022, cada eleitor fluminense terá direito a fazer dois votos para o cargo.

A lista reúne parlamentares, ex-prefeitos, vereadores, representantes de movimentos sociais e candidatos que estreiam em uma eleição para o Senado. Entre os nomes estão Benedita da Silva (PT), Carlos Jordy (PL), Carlos Portinho (PL), Marcelo Crivella (Republicanos), Pedro Paulo (PSD), Monica Benicio (PSOL) e Waguinho (Republicanos).

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Veja os 15 candidatos ao Senado pelo Rio e os números

Benedita da Silva (PT) — 131

Carlos Jordy (PL) — 221

Carlos Portinho (PL) — 222

Helio Secco (Missão) — 144

Luciano Mattos (PRTB) — 280

Luiz Eugenio (PCO) — 290

Marcelo Crivella (Republicanos) — 100

Marcos Dias (Podemos) — 200

Michelly Xavier (UP) — 800

Monica Benicio (PSOL) — 500

Ó Clemente (Democrata) — 355

Paula Falcão (PSTU) — 160

Pedro Paulo (PSD) — 555

Vinicius Benevides (UP) — 808

Waguinho (Republicanos) — 101

Benedita da Silva — 131

Benedita da Silva é candidata pelo PT e aparece na urna com o número 131. Atual deputada federal, ela tenta retornar ao Senado, onde já exerceu mandato na década de 1990.

A trajetória política de Benedita também inclui passagens pela Câmara Municipal do Rio, Governo do Rio de Janeiro e ministérios do governo federal. Ela foi vice-governadora e assumiu o comando do estado em 2002.

Carlos Jordy — 221

Carlos Jordy disputa pelo PL com o número 221. Deputado federal pelo Rio de Janeiro, iniciou a trajetória em cargos eletivos como vereador de Niterói.

Foi eleito deputado federal pela primeira vez em 2018 e reeleito em 2022. Em 2024, disputou a Prefeitura de Niterói e chegou ao segundo turno.

Agora, deixa a disputa por uma nova legislatura na Câmara para tentar uma das duas cadeiras do Rio no Senado.

Carlos Portinho — 222

Carlos Portinho é candidato pelo PL com o número 222 e tenta permanecer no Senado.

Ele foi eleito primeiro suplente de Arolde de Oliveira em 2018 e assumiu definitivamente a cadeira em 2020, após a morte do titular.

Advogado, Portinho também ocupou cargos no Executivo do Rio de Janeiro antes de chegar ao Congresso.

Helio Secco — 144

Helio Secco concorre pelo Missão e aparece na urna com o número 144.

Empresário, ele já participou de uma disputa majoritária no estado. Em 2022, integrou como candidato a vice-governador uma chapa na eleição para o Governo do Rio.

Em 2026, concorre diretamente a uma das vagas no Senado.

Luciano Mattos — 280

Luciano Mattos disputa pelo PRTB com o número 280.

Promotor de Justiça, ele foi procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro e construiu a maior parte da carreira profissional no Ministério Público estadual.

A candidatura ao Senado marca sua entrada na disputa por um cargo eletivo.

Luiz Eugenio — 290

Luiz Eugenio concorre pelo PCO e aparece na urna com o número 290.

A candidatura chegou ao período eleitoral com situação submetida à análise da Justiça Eleitoral. Por isso, o eleitor deve consultar o DivulgaCandContas para verificar o status mais recente do registro antes da votação.

O sistema oficial do TSE apresenta eventuais decisões, recursos e atualizações relacionadas à candidatura.

Marcelo Crivella — 100

Marcelo Crivella é candidato pelo Republicanos com o número 100.

Atual deputado federal, Crivella já conhece o Senado: foi eleito para a Casa e exerceu mandato antes de disputar outros cargos.

Também foi ministro da Pesca e Aquicultura e prefeito do Rio de Janeiro entre 2017 e 2020. Em 2022, retornou à Câmara dos Deputados.

Marcos Dias — 200

Marcos Dias concorre pelo Podemos com o número 200.

Vereador no Rio de Janeiro, ele chegou à Câmara Municipal após as eleições de 2024 e agora tenta ampliar sua atuação política com uma candidatura ao Senado.

A disputa de 2026 é sua primeira corrida por uma cadeira na Casa.

Michelly Xavier — 800

Michelly Xavier é candidata pela Unidade Popular (UP) e aparece na urna com o número 800.

Advogada, ela participa da disputa representando a legenda no campo das candidaturas que buscam ampliar sua presença em eleições majoritárias.

A candidata concorre a uma das duas cadeiras destinadas ao Rio de Janeiro nesta renovação do Senado.

Monica Benicio — 500

Monica Benicio concorre pelo PSOL com o número 500.

Arquiteta e urbanista, ela é vereadora do Rio de Janeiro. Foi eleita pela primeira vez para a Câmara Municipal em 2020 e conquistou novo mandato nas eleições municipais de 2024.

Agora, disputa pela primeira vez uma cadeira no Senado Federal.

Ó Clemente — 355

Clemente Campos, que utiliza o nome Ó Clemente na urna, concorre pelo Democrata com o número 355.

Advogado e servidor público aposentado, ele integra a lista de candidatos que buscam uma das duas vagas do Rio no Senado.

Informações sobre registro, suplentes e declaração de bens podem ser consultadas no sistema oficial de candidaturas da Justiça Eleitoral.

Paula Falcão — 160

Paula Falcão é candidata pelo PSTU e aparece na urna com o número 160.

Professora, ela participa da disputa ao Senado representando o partido no Rio de Janeiro.

A candidata integra o grupo de nomes ligados a partidos de esquerda que concorrem às duas cadeiras disponíveis no estado.

Pedro Paulo — 555

Pedro Paulo concorre pelo PSD com o número 555.

Deputado federal pelo Rio, ele acumula experiência tanto no Legislativo quanto na administração municipal da capital.

Antes de chegar à Câmara dos Deputados, exerceu mandato de vereador e ocupou funções na Prefeitura do Rio. Em 2016, também disputou a prefeitura da capital.

Em 2026, concorre pela primeira vez a uma cadeira no Senado.

Vinicius Benevides — 808

Vinicius Benevides é candidato pela Unidade Popular (UP) e aparece na urna com o número 808.

Trabalhador da construção civil, ele participa da disputa ao lado de Michelly Xavier, também da UP.

A legenda, portanto, apresenta dois nomes para as duas vagas do Rio de Janeiro em disputa neste domingo.

Waguinho — 101

Waguinho concorre pelo Republicanos com o número 101.

Ex-prefeito de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, ele comandou o município por dois mandatos.

A candidatura ao Senado representa a tentativa de Waguinho de chegar ao Congresso Nacional após sua trajetória na política municipal.

A situação do registro passou por análise da Justiça Eleitoral durante o processo eleitoral. O status atualizado deve ser consultado no DivulgaCandContas.

Eleitor do Rio tem dois votos para senador

Nas Eleições 2026, o eleitor deve votar duas vezes para senador porque dois terços das cadeiras da Casa estão sendo renovados.

Na urna, senador corresponde ao terceiro e ao quarto votos. O número do candidato possui três dígitos.

Primeiro, o eleitor escolhe um candidato e confirma. Em seguida, a urna apresenta novamente a tela do Senado para que seja registrado o segundo voto.

Os candidatos escolhidos precisam ser diferentes. Se o eleitor repetir o mesmo candidato, apenas o primeiro voto será considerado válido e o segundo será anulado.

Como são definidas as duas vagas?

A eleição para senador utiliza o sistema majoritário. Isso significa que não existe cálculo de quociente eleitoral, como ocorre nas disputas para deputado.

Os dois candidatos que obtiverem as maiores votações válidas no Rio serão eleitos, observadas as regras da Justiça Eleitoral sobre a situação dos registros de candidatura.

Também não existe segundo turno para senador. As duas vagas serão definidas na votação deste domingo.

Cada senador eleito terá mandato de oito anos.

Onde conferir número e situação de cada candidato?

O eleitor pode consultar o DivulgaCandContas, sistema oficial mantido pela Justiça Eleitoral.

A plataforma permite verificar número, nome de urna, partido, suplentes, situação do registro, declaração de bens e informações sobre receitas e despesas de campanha.

A consulta também permite acompanhar alterações provocadas por decisões judiciais envolvendo registros de candidatura.

Antes de entrar na cabine, o eleitor pode anotar em papel os números dos candidatos escolhidos. Celular, máquina fotográfica e outros equipamentos capazes de registrar imagens não podem ser utilizados na cabine de votação.

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