Grupo ligado ao PCC mantinha lista de inimigos, armas e rifas em Brasília

Estrutura conhecida como “Faculdade de Brasília” reunia cerca de 80 integrantes e, segundo a investigação, era utilizada para organizar diferentes atividades criminosas
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Uma célula atribuída ao Primeiro Comando da Capital (PCC) no Distrito Federal mantinha uma estrutura usada para reunir informações sobre desafetos, controlar armas e organizar rifas, de acordo com a investigação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). O grupo, apelidado de “Faculdade de Brasília”, teria aproximadamente 80 integrantes.

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Estrutura usada pela facção

Segundo a apuração policial, o grupo funcionava como uma espécie de núcleo de organização interna da facção no DF. Entre as informações reunidas estavam dados sobre pessoas consideradas inimigas pelo grupo.

Além do levantamento sobre desafetos, a estrutura também estaria relacionada ao controle de armamentos e à realização de rifas. As atividades faziam parte do funcionamento da organização criminosa, conforme apontam as investigações.

A dimensão do grupo chamou a atenção dos investigadores. Cerca de 80 pessoas estariam vinculadas à chamada “Faculdade de Brasília”, que teria diferentes funções dentro da estrutura criminosa.

Investigações da Polícia Civil

A investigação da PCDF busca esclarecer como a estrutura funcionava e qual era a participação de cada integrante nas atividades atribuídas ao grupo.

O caso faz parte das apurações sobre a atuação do PCC no Distrito Federal. As informações sobre crimes e envolvimento dos investigados devem ser tratadas de acordo com o que foi identificado pela polícia e ainda está sob investigação.

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