Um terremoto de magnitude 5,6 atingiu a Colômbia na madrugada desta terça-feira (3), deixando pelo menos uma pessoa ferida e provocando danos em construções. O tremor foi sentido em diferentes regiões do país, incluindo a capital, Bogotá, onde moradores deixaram edifícios residenciais por precaução.
De acordo com o Serviço Geológico Colombiano (SGC), o abalo ocorreu às 4h13, no horário local, com epicentro no município de Chaparral, no departamento de Tolima, na região central do país. A profundidade foi estimada em aproximadamente 19 quilômetros.
A Unidade Nacional para a Gestão do Risco de Desastres (UNGRD) confirmou que uma pessoa ficou ferida após a queda de uma parede dentro de uma residência em Chaparral. Parte da estrutura de uma igreja também desabou em uma região próxima, sem deixar feridos.
Até o balanço divulgado pelas autoridades, não havia confirmação de mortes.
Moradores deixaram prédios durante terremoto na Colômbia
O movimento sísmico foi percebido em cidades do centro e do oeste da Colômbia. Vídeos divulgados nas redes sociais mostram moradores saindo de suas casas e buscando abrigo nas ruas durante a madrugada.
Em Bogotá, localizada a mais de 150 quilômetros do epicentro, moradores de alguns conjuntos residenciais também deixaram os imóveis por precaução.
O Serviço Geológico Colombiano informou ter recebido mais de 4,5 mil relatos de pessoas que sentiram o tremor.
Após o terremoto principal, foram registrados novos abalos de menor intensidade, conhecidos como réplicas. Alguns chegaram à magnitude de 3,5, segundo as autoridades geológicas.
As equipes de emergência permaneceram mobilizadas para avaliar possíveis danos e acompanhar a situação nas regiões atingidas.
Terremoto provoca danos em casas e igreja
Os primeiros levantamentos apontaram danos estruturais em imóveis próximos ao epicentro.
Em Chaparral, uma pessoa sofreu ferimentos após ser atingida pelo desabamento de uma parede de residência. Em Quimbaya, parte de uma igreja desabou, mas não houve registro de vítimas no local.
Diante da situação, a governadora de Tolima, Adriana Magali Matiz, determinou que as aulas fossem realizadas de forma virtual enquanto as autoridades avaliam as condições de segurança das unidades de ensino.
O governo regional também acionou os protocolos de emergência e orientou os municípios a inspecionar prédios públicos e comunicar eventuais danos.