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Mãe de bebê que morreu com sinais de violência no DF nega omissão e diz que jamais foi conivente com crimes

Defesa de Gabrielly Delgado de Oliveira afirma que ela está colaborando com as autoridades e contesta acusações divulgadas após a morte de Alice, de 1 ano e 3 meses.
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A defesa de Gabrielly Delgado de Oliveira, mãe de Alice Fraga Delgado de Oliveira, de 1 ano e 3 meses, que morreu após dar entrada em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com sinais de violência pelo corpo, afirmou que ela “jamais foi conivente” com qualquer conduta criminosa que possa ter sido praticada pelo padrasto da criança. Mãe de bebê morto no DF nega omissão.

Em nota, os advogados informaram que Gabrielly está colaborando com as autoridades e se colocou à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários sobre o caso.

A defesa também contestou as acusações de omissão que vêm sendo divulgadas publicamente e ressaltou que qualquer responsabilização precisa ser baseada em fatos concretos e provas.

“A defesa refuta as acusações de omissão que vêm sendo publicamente disseminadas, destacando que eventual responsabilização exige análise dos fatos concretos e elementos probatórios, não podendo decorrer de presunções ou julgamentos precipitados”, diz o comunicado.

Padrasto é preso após confessar agressões contra bebê de 1 ano em SP

Defesa pede respeito à mãe da criança

Os advogados afirmaram compreender a comoção provocada pela morte de Alice, mas destacaram que a repercussão do caso não justifica ataques pessoais, acusações sem fundamento ou exposição da mãe da menina.

A manifestação ocorre em meio às investigações sobre as circunstâncias da morte da criança, que apresentava hematomas em diferentes estágios de evolução e lesões graves identificadas em exames do Instituto de Medicina Legal (IML).

Padrasto foi preso preventivamente

Na sexta-feira (6/11), João Carlos Pereira da Costa, de 23 anos, padrasto de Alice, foi preso preventivamente pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Ele é investigado pela morte da enteada.

A investigação sobre suspeita de maus-tratos já estava em andamento desde o início de outubro. O caso também envolve atendimentos médicos anteriores da menina e um pedido do Conselho Tutelar de Samambaia à Justiça para afastá-la da mãe, do padrasto e da babá. A solicitação foi negada em 22 de outubro, três dias antes da morte da criança.

Alice morreu em 25 de outubro, após dar entrada em uma UPA de Samambaia em parada cardiorrespiratória.

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