Michelle lidera pesquisa sobre a mulher mais poderosa do Brasil; Janja é a segunda

Levantamento mostra que Michelle foi citada por 15,4% dos entrevistados em pergunta espontânea; Janja aparece em segundo lugar, com 9%.
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A ex-primeira dama Michelle Bolsonaro foi apontada por 15,4% dos brasileiros como a mulher mais poderosa do país, segundo uma pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (8). Em segundo lugar aparece a atual primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja, citada por 9% dos entrevistados.

O levantamento ouviu 1.500 pessoas em todas as regiões do país e fez uma pergunta aberta: “Quem é a mulher que tem mais poder hoje no Brasil?”. As respostas foram espontâneas, sem nenhum nome previamente apresentado aos entrevistados.

Ranking reúne nomes da política e de outras áreas

Depois de Michelle e Janja, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, foi a terceira mais lembrada, com 4,5% das citações. Na sequência aparecem a ex-presidente Dilma Rousseff (2,5%), a ex-ministra Simone Tabet (2%), a deputada Erika Hilton (1,7%) e a ex-ministra Marina Silva (1,5%).

A pesquisa também registrou citações a mulheres que não atuam diretamente na política. A cantora Anitta e a influenciadora Virgínia Fonseca receberam 1,5% das menções cada uma. Já Tarciana Medeiros, presidente do Branco do Brasil, foi lembrada por 1,2% dos entrevistados.

Pesquisa ocorre após crise no PL

O levantamento foi divulgado poucos dias depois de Michelle Bolsonaro protagonizar um embate público com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A ex-primeira dama publicou um vídeo em suas redes sociais afirmando ter sido “humilhada” e “maltratada” pelo enteado durante discussões políticas do Partido Liberal (PL).

Flávio negou ter ofendido Michelle, mas pediu desculpas pelas declarações. Segundo o senador, “divergências estratégicas não significam divergências de princípios”.

Outra pesquisa divulgada pelo instituto Meio/Ideia nesta quarta-feira mostrou que 64% dos entrevistados consideram verdadeiras as declarações feitas por Michelle no vídeo relatando o episódio.

Metodologia

A pesquisa ouviu 1.500 pessoas entre os dias 3 e 6 de julho, em todas as regiões do país. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi realizado com recursos do próprio instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05628/2026.

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