Lula conversa com Celso Amorim após escalada do conflito no Oriente Médio

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou nesta segunda-feira (2) com o assessor especial da Presidência, Celso Amorim, para avaliar o agravamento das tensões no Oriente Médio.
Redação NC News
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou nesta segunda-feira (2) com o assessor especial da Presidência, Celso Amorim, para avaliar o agravamento das tensões no Oriente Médio.

O contato ocorreu por telefone, em meio ao aumento das hostilidades registrado no fim de semana.

Governo brasileiro monitora cenário internacional

Durante a conversa, o governo brasileiro reforçou que acompanha de perto os desdobramentos do conflito na região. Amorim, que cumpre agenda no Rio de Janeiro, afirmou que a escalada da violência gera preocupação global.

Segundo ele, o atual cenário exige atenção da comunidade internacional diante do risco de ampliação da crise.

Ataques recentes elevaram a tensão

A preocupação do Planalto ocorre após o ataque coordenado de Estados Unidos e Israel, no sábado (28), que resultou na morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei.

Como resposta, o Irã lançou ofensivas contra diversos alvos na região, ampliando o conflito. A tensão aumentou ainda mais com confrontos envolvendo o grupo Hezbollah e a cidade israelense de Tel Aviv desde a noite de domingo (1º).

Itamaraty defende solução diplomática

Em nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores manifestou preocupação com o agravamento do cenário e condenou ações que violem a soberania de países.

O governo brasileiro voltou a defender que a crise seja resolvida por meio do diálogo e de negociações diplomáticas.

Brasileiros enfrentam dificuldades para deixar a região

O chanceler Mauro Vieira também tratou do tema ao conversar com o ministro das Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos, Abdullah bin Zayed Al Nahyan.

A preocupação envolve dezenas de brasileiros que permanecem retidos em cidades como Dubai e Abu Dhabi após o fechamento do espaço aéreo em meio ao aumento das hostilidades.

A restrição tem impactado voos com conexão em hubs importantes da região, como Doha, afetando rotas internacionais.

Com informações do Metrópoles*

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