Um técnico de enfermagem passou a ser procurado pela polícia após ser apontado como suspeito de agredir e torturar um idoso de 86 anos dentro da própria residência.
O caso começou a ser investigado depois que o filho da vítima percebeu marcas no corpo do pai e decidiu procurar as autoridades.
O homem suspeito foi identificado como César Augusto de Souza Santos, de 35 anos. Ele trabalhava como cuidador de idoso e prestava assistência ao paciente desde meados do ano passado.
Diante das evidências apresentadas, a Justiça determinou a prisão preventiva do investigado, que ainda não foi localizado.
Câmeras de segurança registraram possíveis agressões
Segundo a investigação, a denúncia ganhou força após o familiar da vítima revisar imagens das câmeras instaladas dentro do quarto onde o idoso recebia cuidados.
Nos vídeos analisados pela polícia, o cuidador aparece manipulando o corpo do paciente de maneira brusca. Em uma das cenas, ele puxa a perna do idoso e utiliza um pano próximo ao rosto da vítima.
Também é possível ver o suspeito movimentando a cabeça do homem enquanto ordena que ele ingerisse um suplemento alimentar.
Investigação começou após denúncia da família
De acordo com o delegado responsável pelo caso, o filho do idoso procurou a delegacia no fim de fevereiro levando imagens e relatando suspeitas sobre a conduta do cuidador.
A partir do registro da ocorrência, a Polícia Civil iniciou as diligências e reuniu elementos que embasaram o pedido de prisão preventiva contra o técnico de enfermagem.
Suspeito nega ter cometido violência
Mesmo após tomar conhecimento das imagens registradas pelas câmeras de segurança, o investigado negou qualquer tipo de agressão contra o idoso.
Ainda assim, as autoridades consideraram os indícios suficientes para prosseguir com a investigação criminal.
Polícia pede ajuda para localizar investigado
Com o mandado de prisão em aberto, equipes policiais realizam buscas para localizar o suspeito.
A Polícia Civil pede a colaboração da população e informa que qualquer informação sobre o paradeiro do investigado pode ser repassada de forma anônima pelo telefone 197, canal oficial de denúncias.
O caso segue sob investigação.