Mesmo sob chuva, centenas de pessoas participaram na manhã desta segunda-feira (7) de um ato na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, durante as celebrações do Dia da Independência. A manifestação teve como principal mote críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Vestidos de verde e amarelo, os participantes carregavam bandeiras do Brasil, dos Estados Unidos e de Israel, além de cartazes com mensagens contra o governo federal. O evento também serviu como palco para lideranças e candidatos ligados ao campo bolsonarista em Minas Gerais.
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Entenda o que aconteceu
A manifestação ocorreu na tradicional Praça da Liberdade, um dos principais pontos de mobilização política da capital mineira. Apesar do tempo chuvoso, os organizadores mantiveram a programação e reuniram apoiadores da direita para defender pautas conservadoras e protestar contra o governo Lula.
Entre os presentes estavam o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o candidato ao Senado Domingos Sávio. Segundo os organizadores, também eram aguardadas as participações dos candidatos ao Governo de Minas Flávio Roscoe (PL) e Cleitinho Azevedo (Republicanos).
Críticas ao governo e ao STF marcaram o ato
Além dos pedidos de “fora Lula”, os manifestantes direcionaram críticas ao STF. Cartazes e discursos demonstraram apoio ao ministro André Mendonça, que tem protagonizado embates recentes com o ministro Alexandre de Moraes em meio à crise envolvendo o Caso Master.
O tema tem sido explorado por setores da oposição ao governo federal e se tornou uma das principais bandeiras dos atos promovidos por grupos bolsonaristas neste 7 de Setembro em diferentes regiões do país.
Disputa eleitoral também esteve presente
O cenário eleitoral de 2026 deu um tom adicional à manifestação. Com candidatos ao Senado e ao governo mineiro presentes ou esperados no evento, a mobilização foi vista como uma oportunidade para reforçar a aproximação com o eleitorado conservador de Minas Gerais.
A participação de lideranças políticas ocorre em meio à intensificação da campanha eleitoral e à busca por visibilidade junto à base bolsonarista, considerada estratégica no estado.
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O que acontece agora
Com a campanha eleitoral em andamento, atos públicos como os realizados neste 7 de Setembro devem continuar sendo utilizados por candidatos e lideranças para mobilizar apoiadores e ampliar sua visibilidade. Em Minas Gerais, a disputa por espaço dentro do eleitorado de direita tende a se intensificar nos próximos meses.
O ambiente político também segue influenciado pelas discussões envolvendo o STF, tema que tem aparecido com frequência nos discursos de candidatos ligados ao campo conservador.
Entenda o contexto
O feriado da Independência de 2026 ocorre em meio à corrida eleitoral para a Presidência da República, governos estaduais e Congresso Nacional. Enquanto o presidente Lula participou da cerimônia oficial em Brasília com o tema da soberania nacional, grupos de oposição organizaram manifestações em diferentes cidades do país para criticar o governo federal e integrantes do STF.
Em Belo Horizonte, a Praça da Liberdade voltou a ser um dos principais pontos de concentração da direita mineira, reunindo lideranças políticas e apoiadores em um evento que misturou simbolismo patriótico, mobilização eleitoral e críticas às instituições federais.
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