Um homem que trabalhava como cuidador em uma instituição de acolhimento de Porto Velho foi preso preventivamente nesta quarta-feira (23), suspeito de estupro de vulnerável contra duas pessoas acolhidas no local. A prisão foi realizada pela
Polícia Civil de Rondônia.
O caso é investigado pela Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). Segundo as informações divulgadas sobre a investigação, os crimes teriam ocorrido no período em que o suspeito exercia a função de cuidador e tinha contato direto com as vítimas, que estavam sob medida de proteção.
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Prisão foi determinada pela Justiça
O suspeito foi localizado após a Justiça expedir um mandado de prisão preventiva.
A medida cautelar foi solicitada no decorrer da investigação conduzida pela delegacia especializada, que reuniu elementos relacionados às denúncias apresentadas no caso.
Após a prisão, o investigado foi levado à delegacia para os procedimentos legais e posteriormente encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.
Suspeito trabalhava como cuidador
As investigações apontam que o homem exercia a função de cuidador em uma unidade institucional de acolhimento de Porto Velho na época em que os abusos teriam ocorrido.
A instituição atendia pessoas que estavam sob medidas de proteção, o que exigia dos profissionais atuação direta no acompanhamento e nos cuidados cotidianos.
Para preservar as vítimas e evitar qualquer possibilidade de identificação, detalhes sobre elas e sobre a unidade não são divulgados.
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Caso segue sob investigação
A prisão preventiva não representa uma condenação. O homem permanece na condição de investigado enquanto as autoridades avançam na apuração e o processo segue pela Justiça.
O crime de estupro de vulnerável está previsto no artigo 217-A do Código Penal. A investigação busca esclarecer a dinâmica dos fatos e individualizar as condutas atribuídas ao suspeito.
Rede de proteção acompanha casos de violência
Porto Velho mantém uma rede que reúne áreas de segurança pública, assistência social, saúde e proteção à infância para o atendimento de pessoas vítimas de violência.
Casos envolvendo crianças, adolescentes ou pessoas em condição de vulnerabilidade exigem cuidados adicionais para preservar a identidade das vítimas e impedir a revitimização durante a investigação.
Entenda o contexto
A apuração começou a partir das denúncias envolvendo duas acolhidas da instituição onde o homem trabalhava. Após reunir elementos no inquérito, a polícia solicitou a prisão preventiva.
A Justiça autorizou a medida e o mandado foi cumprido nesta quarta-feira. A investigação continua sob responsabilidade da delegacia especializada.
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