Menina é obrigada a ingerir fezes em caso de bullying no RJ; polícia apura violência

A vítima é uma criança de 11 anos que teria sido submetida a agressões e humilhação por outras adolescentes dentro de um condomínio
Redação NC News
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Um episódio chocante de violência entre menores está sendo investigado pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro no município de São Gonçalo.

A vítima é uma criança de 11 anos que teria sido submetida a agressões e humilhação por outras adolescentes dentro de um condomínio.

Vítima foi levada a área isolada do residencial

Segundo as primeiras informações, a menina foi conduzida por um grupo até uma região de mata nas dependências do local. Lá, ela teria sido forçada a ingerir fezes de cachorro, em um ato caracterizado como bullying extremo.

A situação teria ocorrido longe da circulação de moradores, o que facilitou a ação das agressoras.

Vídeo da agressão circulou entre jovens

As investigações apontam que a violência foi registrada em vídeo e compartilhada entre outros adolescentes. As imagens mostram a vítima cercada, enquanto é constrangida pelo grupo.

O caso acende alerta sobre a disseminação de conteúdos violentos e a exposição de menores nas redes.

Polícia coleta depoimentos e apura responsabilidades

O caso está sob responsabilidade da 72ª Delegacia de Polícia, que já iniciou a oitiva de testemunhas e familiares. A mãe da vítima foi uma das primeiras a prestar depoimento.

Outros envolvidos devem ser chamados para esclarecimentos nos próximos dias, enquanto a polícia trabalha para identificar todos os participantes.

Menores podem ser encaminhados ao Conselho Tutelar

As autoridades analisam a idade das adolescentes suspeitas. Se houver participação de crianças com menos de 12 anos, o caso poderá ser encaminhado ao Conselho Tutelar, conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente.

Medidas de proteção à vítima também estão sendo avaliadas.

Denúncia partiu de familiar

A ocorrência foi comunicada às autoridades pela avó da menina. A partir disso, o caso passou a ser investigado oficialmente.

Com informações do Metrópoles*

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