Celina Leão prevê Secretaria do Idoso e pede apoio para hospital geriátrico

Governadora do Distrito Federal (DF) entende o cuidado aos idosos como prioridade
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A governadora do Distrito Federal (DF), Celina Leão, afirmou que irá criar a Secretaria da Pessoa Idosa como uma das prioridades de sua gestão. O compromisso foi reforçado durante evento promovido pelo deputado distrital Rossovelt Vilela (PL).

Segundo a governadora, a proposta está em fase final de ajuste orçamentário e será implementada sem aumento de despesas. A ideia é remanejar recursos já existentes no governo.

“Estou terminando de ajustar o orçamento porque quero criar sem trazer novas despesas, tirando de áreas que estão inchadas e direcionando para essa política pública”, afirmou.

Celina destacou que a nova secretaria terá atuação transversal, articulando ações com outras pastas, mas com foco específico nas demandas da população idosa.

“É uma política pública que precisa ser tratada como prioridade. A secretaria terá a obrigação de cuidar dessa pauta”, disse.

Durante o discurso, a governadora também anunciou que pretende solicitar apoio da bancada federal para viabilizar a construção de um hospital geriátrico na rede pública do DF. A reunião com parlamentares está prevista para a próxima semana.

“Meu primeiro pedido na área da saúde será um hospital geriátrico. Hoje, não temos um espaço especializado para tratar doenças da terceira idade com estrutura adequada, como fisioterapia e nutrição”, explicou.

Celina ainda mencionou a necessidade de melhorar a gestão na saúde, incluindo o enfrentamento à falta de médicos e maior fiscalização das escalas de trabalho. Segundo ela, a transparência será uma aliada nesse processo.

Além disso, a governadora afirmou que pretende ampliar a presença de centros de referência para idosos em todas as regiões administrativas do DF, garantindo espaços de acolhimento e atendimento especializado.

Ao final, reforçou o compromisso com a população e pediu prazo para consolidar as medidas. “Peço cerca de 15 dias para organizar a parte orçamentária. Estamos cortando o que não é prioridade para investir no que realmente importa”, concluiu.

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