A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu, nesta quarta-feira (14/10), um segundo homem suspeito de participação no assassinato de um casal em Ceilândia. Tancredo Pereira da Silva, de 41 anos, é investigado pela morte de Alan Tons e Larissa Rodrigues de Paula, encontrados sem vida dentro de casa no último domingo (11/10).
O caso é investigado pela 15ª Delegacia de Polícia, responsável por esclarecer as circunstâncias do duplo homicídio. O primeiro suspeito, João Victor Rodrigues Alves de Oliveira, de 22 anos, já havia sido preso e teve a prisão convertida em preventiva. Ele nega envolvimento no crime.
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Investigação apura desavenças anteriores
Uma das linhas investigativas envolve conflitos entre o primeiro suspeito e o casal. Conforme informações divulgadas sobre o caso, Alan e Larissa costumavam intervir em episódios de violência doméstica atribuídos a João Victor contra a companheira dele e acionavam a polícia para denunciar as agressões.
Os investigadores apuram se essas desavenças podem ter relação com o crime. Há relatos de ameaças anteriores contra as vítimas, mas a motivação e a participação de cada investigado precisam ser esclarecidas durante a investigação.
Casal foi morto dentro de casa
Alan Tons, nome artístico de Arlandson de Sousa Alves, e Larissa foram encontrados mortos na residência onde moravam, na região da QNM 22, em Ceilândia. O casal foi atingido por disparos de arma de fogo na madrugada de domingo.
O cantor costumava publicar nas redes sociais registros de apresentações musicais em bares e eventos. A morte dos dois passou a ser investigada pela Polícia Civil, que busca reunir depoimentos e outras evidências para reconstituir a dinâmica do crime.
Polícia busca esclarecer participação dos suspeitos
Com a prisão do segundo investigado, a apuração avança para esclarecer se houve participação de outras pessoas no duplo homicídio e qual teria sido a atuação de cada suspeito.
Até o momento, a investigação não deve ser confundida com uma condenação: a responsabilidade criminal dos envolvidos depende da análise das provas e da decisão da Justiça.
O caso continua sob responsabilidade da Polícia Civil do Distrito Federal.