Organização de ato de Flávio Bolsonaro na Paulista pede que apoiadores escondam bandeiras dos EUA e de Israel
Ato reúne diferentes alas do bolsonarismo
A presença de lideranças nacionais e paulistas transforma a manifestação em uma demonstração de articulação política em torno de Flávio Bolsonaro. Tarcísio de Freitas é um dos principais aliados do candidato, enquanto Valdemar Costa Neto representa a direção nacional do partido que organiza a mobilização.
Nikolas Ferreira e Lucas Pavanato também integram a estratégia de mobilização de apoiadores nas ruas e nas redes sociais. Pavanato atua próximo de Eduarda Campopiano, deputada estadual eleita pelo PL que ganhou projeção durante a campanha com discursos conservadores.
André do Prado, eleito senador por São Paulo pelo PL, e Guilherme Derrite, eleito pelo PP, estão entre os nomes políticos ligados ao grupo. Derrite foi secretário de Segurança Pública de São Paulo e mantém proximidade com Tarcísio e com a campanha de Flávio.
Pablo Marçal também foi citado na divulgação do evento. A participação de nomes anunciados previamente deve ser diferenciada da presença efetivamente confirmada no local por registros ou reportagens.

Concentração ocorreu perto do Masp
A concentração principal ocorreu entre a Rua Augusta e o Museu de Arte de São Paulo (Masp). Flávio Bolsonaro chegou por volta das 11h15. A aglomeração deixou trechos próximos ao local quase intransitáveis.
Durante a manifestação, apoiadores entoaram palavras de ordem contra o PT e músicas adaptadas para a campanha. Um dos refrões ouvidos foi “Quem ficar parado é petista disfarçado”. Até a publicação das informações consultadas, não havia uma contagem independente consolidada do público presente.
Mobilização ocorre antes do segundo turno
O ato acontece uma semana depois de uma manifestação em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), realizada na mesma avenida em 11 de outubro. A mobilização deste domingo integra a estratégia de Flávio Bolsonaro para ampliar o apoio público na reta final da disputa presidencial.
Flávio também tem um debate previsto para este domingo à noite, em São Paulo, com transmissão da Band e de emissoras parceiras. A manifestação na Paulista funciona como demonstração de apoio ao candidato e de articulação entre lideranças políticas da direita.
A manifestação em apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República reuniu lideranças políticas e apoiadores na Avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo (18). O ato mobilizou representantes do bolsonarismo, parlamentares eleitos e integrantes do Partido Liberal (PL), na reta final da campanha para o segundo turno.
Entre os nomes ligados à mobilização estão o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos); o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG); o deputado federal eleito Lucas Pavanato (PL-SP); a deputada estadual eleita Eduarda Campopiano (PL); os senadores eleitos André do Prado (PL-SP) e Guilherme Derrite (PP-SP); e o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto. O influenciador Pablo Marçal também foi anunciado entre os aliados associados ao evento.
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Nikolas Ferreira e Lucas Pavanato também integram a estratégia de mobilização de apoiadores nas ruas e nas redes sociais. Pavanato atua próximo de Eduarda Campopiano, deputada estadual eleita pelo PL que ganhou projeção durante a campanha com discursos conservadores.
André do Prado, eleito senador por São Paulo pelo PL, e Guilherme Derrite, eleito pelo PP, estão entre os nomes políticos ligados ao grupo. Derrite foi secretário de Segurança Pública de São Paulo e mantém proximidade com Tarcísio e com a campanha de Flávio.
Pablo Marçal também foi citado na divulgação do evento. A participação de nomes anunciados previamente deve ser diferenciada da presença efetivamente confirmada no local por registros ou reportagens.

Concentração ocorreu perto do Masp
A concentração principal ocorreu entre a Rua Augusta e o Museu de Arte de São Paulo (Masp). Flávio Bolsonaro chegou por volta das 11h15. A aglomeração deixou trechos próximos ao local quase intransitáveis.
Durante a manifestação, apoiadores entoaram palavras de ordem contra o PT e músicas adaptadas para a campanha. Um dos refrões ouvidos foi “Quem ficar parado é petista disfarçado”. Até a publicação das informações consultadas, não havia uma contagem independente consolidada do público presente.
Mobilização ocorre antes do segundo turno
O ato acontece uma semana depois de uma manifestação em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), realizada na mesma avenida em 11 de outubro. A mobilização deste domingo integra a estratégia de Flávio Bolsonaro para ampliar o apoio público na reta final da disputa presidencial.
Flávio também tem um debate previsto para este domingo à noite, em São Paulo, com transmissão da Band e de emissoras parceiras. A manifestação na Paulista funciona como demonstração de apoio ao candidato e de articulação entre lideranças políticas da direita.