O Governo de Minas Gerais abriu um novo leilão de imóveis públicos com lances a partir de R$ 126 mil. Ao todo, são 52 unidades distribuídas em 22 itens, incluindo apartamentos, terrenos, casas comerciais, galpões e prédios. Os interessados têm até o dia 27 de novembro para apresentar propostas.
O processo é conduzido pela Minas Gerais Participações S.A. (MGI), empresa estatal vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG). O edital 013/2026 inclui dez ofertas inéditas, que ainda não haviam sido disponibilizadas em leilões anteriores.
Os imóveis estão localizados em Belo Horizonte, em municípios do interior de Minas Gerais e no estado do Rio de Janeiro. Os valores mínimos variam de R$ 126 mil a R$ 10,99 milhões, conforme as características de cada propriedade.
Entre as opções disponíveis estão imóveis residenciais e comerciais, além de terrenos e áreas rurais.
Como participar do leilão de imóveis?
A participação é aberta a pessoas físicas e jurídicas. Para apresentar lances, é necessário realizar um cadastro gratuito no site oficial da MGI, responsável pela organização do processo.
O período para apresentação das propostas começou na terça-feira, 27 de outubro, e termina em 27 de novembro de 2026.
Os interessados devem acessar o portal da MGI, consultar os imóveis disponíveis, verificar as condições de cada oferta e realizar o cadastramento exigido para participar.
A relação completa dos imóveis e o edital podem ser consultados no endereço: https://mgipar.com.br/leiloes
Quais cuidados tomar antes de comprar um imóvel?
A MGI alerta que os imóveis serão vendidos nas condições em que se encontram. Por isso, os interessados devem verificar a situação física, jurídica e documental de cada propriedade antes de apresentar uma proposta.
A recomendação é realizar uma vistoria prévia e consultar informações sobre o imóvel nos cartórios de registro e nas prefeituras.
O comprador também será responsável por eventuais despesas com escritura, registro, Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e regularização documental.
Nos casos em que o imóvel estiver ocupado, as providências necessárias para a desocupação também ficarão sob responsabilidade do arrematante.
Governo pretende dar destino a imóveis sem utilização
Segundo o presidente da MGI, Gustavo Nogueira, a venda dos imóveis busca reduzir os custos de manutenção de propriedades públicas sem utilização e ampliar as possibilidades de aproveitamento econômico desses espaços.
A expectativa do governo é que os imóveis possam receber novos empreendimentos, moradias e serviços, com potencial de movimentar a economia e gerar empregos.