Estudo acendeu um alerta sobre os impactos do uso excessivo do celular entre pessoas com mais de 60 anos

Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) identificaram que o tempo prolongado em frente às telas pode estar associado a problemas como ansiedade, insônia e sintomas depressivos na terceira idade
Redação NC News
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Segundo os pesquisadores, o levantamento reuniu dados de diversos estudos internacionais realizados nos últimos anos e analisou os efeitos do uso intenso de smartphones na saúde mental de idosos. Além dos transtornos emocionais, a pesquisa também apontou aumento do isolamento social e maior vulnerabilidade a golpes virtuais e fake news.

Outro ponto observado pelos especialistas é o chamado “medo de ficar desconectado”, conhecido como nomofobia. O comportamento, já comum entre os mais jovens, também tem sido identificado em pessoas acima dos 60 anos. A sensação de ansiedade ao ficar longe do celular ou sem acesso à internet preocupa profissionais da saúde.

De acordo com os especialistas, apesar de a tecnologia ajudar na comunicação e no entretenimento, o excesso pode comprometer a qualidade do sono e reduzir o convívio social presencial. A recomendação é que os idosos mantenham uma rotina equilibrada, com atividades físicas, encontros familiares e momentos longe das telas.

A pesquisa reforça que o uso consciente da tecnologia é importante em qualquer idade, especialmente diante do aumento do tempo de tela após a pandemia.

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